31 oct. 2012

40 horas sequestrada, maltratada e criminalizada e cá nom se passa nada??

Venho de saber há apenas umha hora de que Sílvia foi posta em liberdade pola polícia por nom atopar nengum indício de que poidera ter participado em atos delitivos.

Umha boa nova a sua posta em liberdade, mas...Em que sociedade vivemos na que umha nai pode ser detida na sua morada de noite, afastada da sua criançinha de só 8 meses e dependente lactante, transladada a 600 kilometros de distância, criminalizada em tudos os falsimedios escritos, radiados e televisados, com o seu nome completo, data e lugar de nascemento e mesmo de moradia, tildada de terrorista por políticos com praça de mando como Feijoo, além doutras possíveis circunstâncias que desconheço poideram ter occorrido nessas 40 horas de angúrias e penalidades.

E tudo isso numha operaçom político-judicial, que dim que provinha das detençons de novembro de 2011, de escutas telefónicas e seguimento policial. É dizer durante, quanto menos 11 meses de seguimentos, nom forom quem os nossos servidores da lei e da orde estabelecida de percatar-se de que Sílvia nom tinha atividade delitiva algumha, e notanto em só 40 horas de sequestro, som quem de sabe-lo.

Ninguém sairá nem sequer escusando-se, os falsimeios passaram página como se nada, os políticos calarám, os juíces nom abrirám boca e os polícias seguirám praticando detençons arbitrárias quando quiger

E nós?? Sairemos quanto menos às ruas a amosar as nossas discrepâncias??

Notícia redactada por Edu
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Entanto fai-se pública umha sentência absolutória por fotografar actuaçons policiais, um moço recebe umha malheira policial por filmar umha sua actuaçom

Notanto de coñecer este video-denuncia dun afecionado do futebol de ter sido brutalmente golpeado por antidisturbios por estar gravando a actuación policial ao remate do partido entre Celta e Depor; soubemos por Esculca destoutra notícia recollida en Rebelion na que o xulgado de Instrución nº 2 de Segovia resolveu a favor dunha fotógrafa a denuncia da Garda Civil que alegaba "razóns de seguranza cidadá" e a acusaba de vulnerar o dereito á intimidade de varios axentes por fotografar as súas actuacións durante a Marcha de Parados ao seu paso polo túnel de Guadarrama camiño a Madrid.

A sentenza do Xulgado de Instrución nº 2 de Segovia argumenta que pode fotografarse unha actuación policial se a finalidade é lexítima entendendo por tal, segundo doutrina do Tribunal Constitucional, supostos de relevancia pública ou casos en que a gravación pretenda evitar ou descubrir feitos delituosos, sen que "as limitacións policiais a estes dereitos por 'razóns de seguridade cidadá' sexan tan amplas", como arguía o oficial da Garda Civil denunciante.

Así mesmo arguméntase a irrelevancia penal dunha eventual orde policial para que a fotógrafa deixase de facer fotos, por posible vulneración da intimidade dos axentes actuantes, pois ese "ataque á intimidade non se produciu aínda, senón que o requirimento é preventivo e previo a unha ulterior actuación que non se produciu no momento do requirimento".

Durante o xuízo o oficial da Garda Civil decidiu manter a acusación a pesar de que a Fiscal pediu a absolución, ao non apreciar norma ningunha que obrigase a fotógrafa a entregar a súa cámara ao oficial para que este visionase as fotos e borrase as que estimase "comprometedoras".

O avogado defensor pediu a absolución para a fotógrafa ao estar esta exercendo o dereito fundamental a comunicar (e recibir) información veraz por calquera medio de difusión (art. 20, 1 d) da Constitución), e a Sentenza núm. 6/1981 do Tribunal Constitucional, que di claramente que deste dereito fundamental gozan todos os cidadáns, non só os profesionais da información.

A sentenza fai así mesmo un interesante excurso sobre a lexitimidade dos axentes da autoridade nun estado democrático de dereito, onde "non toda orde emanada dun axente das FCSE debe ser acatada cegamente en prol do principio de seguridade", debendo ser analizada "en cada caso cando un cidadán non se enfronta violentamente nin se nega inxustificadamente a obedecer unha orde senón que a discute de modo pacífico e polo menos racionalmente fundado", lembrándonos así mesmo que o estado de dereito constrúese mediante a vinculación de todas as persoas públicas e privadas á lei, onde esta ten por obxectivo o recoñecemento e tutela dos dereitos fundamentais.

En opinión do avogado defensor, "estamos ante un suposto de arbitrariedade e abuso policial que simplemente esta vez non lles saíu ben, mais en moitas ocasións as actuacións policiais impiden o exercicio de dereitos fundamentais básicos, como o de reunión ou manifestación, ou a liberdade de expresión e información, dereitos que son esenciais para a participación dos cidadáns nos asuntos públicos, polo que actitudes como a de Tamara, que vén fotografando e informando de toda esta actividade cidadá desde maio de 2011, son simplemente admirábeis e dignas de seren protexidas e mesmo promovidas, animando a todos os cidadáns a converterse en informadores dos demais usando os seus cámaras, móbiles, etc?.
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O ministro de Defesa, Pedro Morenés, justifica a venda ilegal de armas a países que violam direitos humanos porque "nada es perfecto en política"

O ministro de Defesa, Pedro Morenés, defendeu en entrevista radiofónica a venda de armas a países que nom cumprem os requisitos da lei espanhola, que proíbe a exportaçom de armamento a zonas ou estados onde possam utilizar para a repressom "interna" ou "violaçom de direitos humanos" como Arabia Saudita, os EUA, Colómbia, o Paquistão ou Israel.

Morenés considera que "qualquer país que esteja em Naçons Unidas" e "tenda" a "umha situaçom melhor" pode ser destinatário de armas fabricadas em Espanha, perguntado na SER por operaçons de venda a países que possam usar esse material contra a sua populaçom. Morenés afirma que o seu Governo, como outros, entende que "nada é perfeito em política e no mundo, mas se ao menos se tende a que as coisas melhorem, pois é bastante admissível" e portanto é lícito "ter um contacto com eles a nível político e também comercial".

No entanto, isso nom é o que diz a lei no Reino de Espanha, que nom deixa o comércio de armas a um assunto de valoraçom meramente ética: a lei espanhola proíbe expressamente que o Governo autorize venda de armamento se nom existem todas as garantias de que esse material nom vai ser utilizado para "exacerbar tensons ou conflitos latentes" ou "com fins de repressom interna ou em situaçons de violaçom de direitos humanos". Também se esclarece que para julgar se esses destinos som válidos ou nom, ter-se-am em conta as organizaçons sociais que velam pelos direitos humanos nesses destinos.

Precisamente um agrupamento de muitas das organizaçons mais importantes nesse campo (Amnistia Internacional, Intermon Oxfam, Greenpeae, Fundació per a Pau e o Instituto de Estudos sobre Conflitos e Açom Humanitária) listam cada ano operaçons a destinos que nom cumprem os requisitos da lei.

Estes som os de 2011: 9 destinos "muito preocupantes" das armas fabricadas no Reino de Espanha sobre os que as organizaçons nom têm garantias; Arabia Saudita, Bahrein, Colómbia, Egipto, Ghana, México, o Paquistam por "exacerbaren tensons ou conflitos latentes" ou utilizarem as armas "com fins de repressom interna ou em situaçons de violaçom de direitos humanos". No caso dos Estados Unidos as organizaçons lembram a sua agressiva política exterior e o perigo de as armas vendidas polo reino poderem acabar em mans de empresas privadas que operam no Iraque ou no Afeganistám, ou das bandas criminosas do México. No caso de Israel, as organizaçons lembram que este estado já foi acusado pela ONU de cometer crimes contra a humanidade.

Informaçom colada por Edu de Esculca; mais informaçom em eldiario.es
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Trato Inumano nas detençons e Manipulaçom nos falsimedios marcam as novas detençons de independentistas em Narom.

Segundo soubemos por informaçom publicada em meios alternativos digitais, sinaladamente no Diario Liberdade, no SermosGaliza e na Rádio Filispim , o Ministério do Intérior aplicou a Lei Antiterrorista ao Martinho, umha criançinha lactante de só 8 meses de idade, que foi detido canda a sua nai, Sílvia, e o seu pai, Júlio, dado que os agentes levarom-se-lhe e mantiverom-lhe afastado da súa nai e sem se alimentar desde as onze da noite, hora na que a prenderom, até as tres da madrugada, quando umha familiar da parelha foi avissada para fazer-se cárrego do pequeno.

O comunicado emitido desde o Ministério de Intérior obvia em tudo momento a presença do meninho durante os arrestos e o tempo que a parelha se passou na esquadra policial, e por suposto, os falsimédios também calarom esta singular circunstância que só pode-se tildar de trato inumano

Versom dos meios do regime: Criminalizaçom em "piloto automático"

A detençom foi divulgada em numerosos meios de comunicaçom referindo, como é habitual, o Ministério espanhol do Interior como fonte única e saltando mais umha vez por cima do elementar direito à presunçom de inocência, fazendo públicos os nomes completos e mesmo as datas e lugares de nascemento das detidas. o Ministério espanhol do Interior pujo em andamento o seu habitual mecanismo que coneta os falsimeios com as mais altas instáncias políticas e policiais, servindo-se da agência oficiosa do Ministério jurídico-policial EuropaPress, permitindo assim dar às açons dos corpos armados a cobertura informativa idónea para manipular, tergiversar e criminaluzar a gosto

A acusaçom que, segundo esses meios, se dirige contra um dos detidos, Júlio Saiáns, é a de fazer parte ou mesmo chefiar o que denominam "aparelho de financiamento" da suposta organizaçom "Resistência Galega", cuja existência orgánica nom foi até hoje provada. Como significativo sintoma dessa campanha, fam referência nas suas "informaçons" ao nome galego de Júlio, escrito "Xulio", como "álias" (nome suposto habitualmente atribuído a delinqüentes). Umha habitual prática policial espanhola no caso dos detidos galegos, que parte do franquismo, e que consiste em identificar os nomes galegos como "álias" e nom como simples nomes patronímicos que som. Quanto à segunda detida, Sílvia Casal, refere-se um suposto "vínculo" com o mesmo "aparelho de financiamento".

Como mostra da prática criminalizadora dos media, reproduzimos o título publicado polo digital espanhol El País, que exclui qualquer referência à presunçom de inocência ao falar diretamente do "chefe do aparelho de financiamento de Resistência Galega".


Na mesma linha, La Voz de Galicia, El Correo Gallego, El Faro de Vigo,... nom duvidam em considerar o detido e a detida como "ativistas de Resistência Galega", apesar de nom terem sido condenados, nem sequer julgados, por tal facto.

Além, como informava ontem com bo tino DiarioLiberdade o Ministério do Interior usa fotos de arquivo para manipular a informaçom sobre estas detençons.

Assim tanto na sua nota de imprensa como através da conta no twitter do Ministério do Interior, acompanhou as informaçons sobre a detençom com fotografias de explosivos (a pota que ve-se no início desta notícia) e outros elementos que a polícia já figera públicos como incautados em 30 de novembro de 2011.

Também as televisons sumarom-se à manipulaçom, assim, nomeadamente e tal como informa um comentarista em Chuza! no informativo de ontém às 15h, Telecinco, numha especie de seçom de noticias breves incluirom as detençons, e empregarom as fotos da nota de prensa do ministerio de interior e sobreimpresso o seguinte titular, "Tenían artefactos explosivos", entanto a voz em off di "tenian 4 artefactos explosivos preparados para ser utilizados". Também TVE sumou-se à campanha nos seus informativos da 1ª e de 24 horas

Umha cousa é criminalizar e saltar-se a presunçom de inocência mas com isto já se superam a si mesmo! Até onde chegarám?!

Como nota curiosa cabe sinalar que a informaçom publicada em Diário de Ferrol que acompanhada da foto que publicamos abaixo, destaca pola sua insólita redaçom, suponho que afectada pola proximidade com as detidas e que recolhe opinions da vizinhança que nom se comenta em nengum outro falsimedio e que reproduzimos na sua íntegra, depois de traduzi-la:

O amplo operativo policial prolongou-se durante várias horas

A vizinhança do bairro de A Solaina, em Narón, e mais concretamente da rua Padre Feijóo, amosaram-se sorprendidas do amplo despregue policial que puiderom presenciar a meias, dado que, segundo manifestarom a este jornal, os agentes nom lhes permitirom sair nem entrar nas suas vivendas nem nos seus garagens desde as onze da noite até passadas as doze.

Interveu um importante número de efectivos, que se deslocalizaram ao lugar em meia duzia de furgons e vários veículos “camuflados”, e rodearom estratégicamente a vivenda na que reside a parelha, com as armas em ristre. “Semelhava um filme”, comentou umha das vizinhas do imóvel, o seu home chegara de trabalhar às onze e tivera que estar esperando na rua mais de umha hora.

Na opiniom dalgumhas residentes na zona, foi um operativo “desmesurado”, dado que, ao fim e ao cabo, tratava-se dumha parelha normal, que se atopava tranqüilamente na sua casa com o seu bebé de oito meses.

A moça é vizinha da zona de toda-la vida e a sua família moi apreciada no bairro.

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30 oct. 2012

Duas independentistas detidas em Narom e a imprensa comercial criminaliza

Recolhemos de vários meios alternativos o que até agora sabe-se destas novas detençons que tiverom lugar ontem sobre ás 11:00 da noite na súa morada em Sta. Icía (Narom).

Informa GalizaLivre que por volta das onze da noite desta segunda-feira, produziam-se as detençons e trataria-se dum moço e umha moça e que, sempre segundo a imprensa comercial, as detençons -obra de agentes especializados do CNP- seriam produto da operaçom desenvolvida polas forças policiais espanholas no dia 30 de novembro de 2011, e nom da que trouxo consigo as detençons do passado 16 de setembro.

Os falsimeios nom tenhem reparo em publicar os nomes completos destas pessoas, nem em atribuir a um dos detidos a tarefa da arrecadaçom de dinheiro destinado à comissom de açons ilegais, saltando mais umha vez por cima do elementar direito à presunçom de inocência.

Além em Artabra21 ademais ensinam, com bo tino, a Observación Geral Non. 32O do Comité de Direitos Humanos de Naçons Unidas ao respeito da presunçom de inocência e denúnicam que vários meios de comunicaçom nas súas ediçons digitais e impresas, fam desta obsevaçom do CDH de NU, 'caso omiso' pois condenam á companheira e ao companheiro, ás poucas horas das súas detençons, baseando-se tam só nas informaçons policiais que tenhem um profundo carácter político. Sem ter na conta o valor humano e trajectória destas dúas pessoas, comprometidas e solidárias, independentemente de se tenhem ou nom algum tipo de relaçom com as acusaçons que se lhes imputam.

Por CEIVARsoubemos de que as pessoas arrestadas som Júlio S.S e Sílvia C.S, vizinho e vizinha da localidade ártabra.

E apontam que como é habitual nestes operativos as garantias legais das pessoas detidas ficam suspendidas por mor da aplicaçom da lei antiterrorista, a começar pola incomunicaçom à que som submetidas desde o momento em que som arrestadas.

GalizaLivre notifica que, segundo puideram saber, depois de passar a noite em Ferrol, já forom deslocados e vam caminho de Madrid.

Vários meios falam de concentraçons, hoje 3ª feira 30, em diversas vilas e cidades galegas para amosar a solidariedade com as represaliadas, e de momento recolhemos estas:

Ferrol:
Concentraçom em solidariedade ás 20:00 na praça Amada Garcia diante da Xunta.
Ás 16:00 assembleia no C.S. Artábria
Ás 18:00 assembleia no Espaço Libertário

Vigo:
Assembleia solidaria ás 20:00 no C.S. A Revolta do Berbés
Quarta-feira, dia 31: Concentraçom solidária ás 20h diante do MARCO (Rua Príncipe)

Ourense:
Assembleia ás 18h no C.S. Sem Um Cam (Rua do Vilar, 9) e concentraçom solidária ás 20h na Praça do Ferro.

Já por finalizar colamos da nota de imprensa de Artabra21 esta nota pessoal:

Liberdade para Sílvia e Júlio, companheiros

Conheço Júlio desde que él era um novinho militante da AMI. Rapaz comprometido, inquieto, amante deste país, sempre disposto a dar a cara. A imprensa espanhola, tam veraz sempre, situa-o junto com a sua companheira Sílvia na cúspide dumha rede de financiamento dum suposto "grupo terrorista" que opera para a liberaçom nacional e social da Galiza. A "presunçom de inocência" já foi abolida e El País anuncia que detivérom um "chefe". Seja como for, muit@s de nos nom temos dúvida algumha de que nem Júlio nem Sílvia som "terroristas" e sabemos que qualquer actividade na que se encontrem envolvidos ambos terá sempre no seu cerne o amor por este povo que se resiste a render-se e desaparecer de todos os modos que lhe é possível.

Hoje e amanhá provavelmente se convoquem mobilizaçons e assembleias informativas nas principais cidades do País para dar conta da situaçom de amb@s. Utilizo esta rede de correio para animar à assistência às mesmas com independência do que cada quem poda considerar sobre as acusaçons que ventila a imprensa. A nossa preocupaçom nestes momentos é com a situaçom em que se podem encontrar Sílvia e Júlio sob o terrorífico regime policial da "detençom incomunicada".

Tenham-os onde os tenham, vaia desde aqui o nosso carinho, o nosso reconhecimento e a nossa solidariedade.

JÚLIO E SÍLVIA, LIBERDADE!
DEFENDER A TERRA NOM É DELITO!

Redactada por Edu
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Noelia Cotelo Riveiro, agredida no CP Brieva (Ávila) em 24 de Outubro

Recolhemos da web Carcel=Tortura a notificaçom de que desde o 24 de Outubro que se soubo de que Noelia recebera umha malheira por parte dos carcereiros, até hoje nom houvo maneira de conhecer os feitos:

Noelia Cotelo Riveiro, entre a noite do 23 e 24 de Outubro acordou quando um dos seus carcereiros estava a soba-la entanto durmia. Ao dia seguinte entanto falava por telefone com a sua nai e contava-lhe o ocorrido, os carcereiros achegarom-se-lhe para que desligara o telefone, finalmente arrincarom-lhe o aparato das suas mãos e romperom-lhe o seu pulso, desde entom e até a manhã seguinte tiverom-na algemada à cama da sua cela. Na manhã do 25 conseguiu que a levaram ao hospital para poder ser atendida.

Como sabemos, isto nom é umha prática pontual; queremos denunciar a situaçom de Noelia como a de muitas companheiras e companheiros presas que som agredidas sistemáticamente.

Nom ficaremos impassíveis ante istos actos.

Pedimos a solidariedade com a nossa companheira, podedes escrever-lhe ao endereço do cárcere onde fica retida:

Noelia Cotelo Riveiro
CP. Brieva
Ctra. de Vicolozano; 05194
- BRIEVA – (Ávila)
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Até os julgados denunciam condiçons inumanas nas celas de ailhamento

Recolhemos de Tokata a notícia de que, em julho deste ano, a mesminha Audiencia Provincial de Sevilla instou num autoa ao Centro Penitenciário de Sevilla II (ubicado em Morón de la Frontera) a que retire, e se abstenha de instalar no fúturo chapas metálicas perforadas nas ventás das celas que disminuam de forma significativa a ventilaçom, iluminaçom e salubridade das mesmas. A restriçom ao passo da luz e a sua ajeitada ventilaçom nas celdas supom um claro empioramento das condiçons de vida das pessoas privadas de liberdade que ocupam estas celas de modo que puidera afectar à sua salubridade.

Estas condiçons das celas foram denunciadas ante o juíz de Vigiância Penitenciária (J.V.P.) de Sevilla por duas vezes por um preso, mas em ambas ocasions, o J.V.P. figera caso omisso e desestimara as queixas do prisioneiro, umha actuaçom habitual da "injustiza" e isso que o J.V.P. supom-se que é o encarregado da salvaguarda dos direitos dos internos, mas semelha que as queixas e os recursos, por justas que sejam, som desestimadas sistemáticamente. Assim, este auto da A. P. de Sevilla vem dar um toque de atençom a estas actuaçons passivas dos JVP.

Além das condiçons físicas do encerro em primeiro grão, na sua actual configuraçom legal, de duraçom indeterminada, formalmente tratamental, encobrem um régime materialmente sancionador, é incompatível com a dignidade da pessoa. Por mais conflictivos que poidam resultar determinados comportamentos, os direitos humanos dos seus autores som uns mínimos inalienáveis.

Colamos a ligaçom de tokata onde fica colado à íntegra o auto da A. P. de Sevilla (em castelá): Auto
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[Pontedeume] IV Xornadas micolóxicas e Magosto Folk C.S.O. A Casa da Estación

En "Leer más", reproducimos a agenda completa dos actos destas intensas xornadas, tal como nos chegou ao noso correo, entre as actividades previstas entre o dia 9 e o 11, haberá duas saídas micolóxicas, presentación dun libro, palestras sobre amanitas, concerto, concurso, xantar...:

Venres día 9
20:00h. Presentación das xornadas, organización da saída do día seguinte a Serra do Forgoselo, e explicación das bases para o concurso.
Presentación do libro "Os cogomelos na cociña e outras cousas" a cargo de Manolo Costas (Presidente da Asociación micolóxica Viriato e coautor do libro).

Máis información:
http://www.baiaedicions.net/castellano/os-cogomelos-na-coci-a-e-outras-cousas.html
http://amviriato.org/index.html

Sábado día 10
8:30h. Saída a Serra do Forgoselo cun guía experto na zona, ás 12:30h faremos un descanso para coller forzas.
14:30h. Xantar popular
17:30h. Concurso a mellor cesta de cogomelos. Como agasallo estos libros:
500 Setas del Litoral Atlántico y Noroeste Peninsular
Os cogomelos na cociña e outras cousas

O xurado estará composto por:
José Manuel Castro Marcote (micólogo e membro da Asociación micolóxica Pan de raposo) Manolo Costas (micólogo e presidente da Asociación micolóxica Viriato)
18:00h. Palestra sobre O xénero Amanita a cargo de José Manuel Castro Marcote (autor de diversos libros sobre micoloxía galega).

Máis información: http://panderaposo.blogspot.com.es/
21:00h. MAGOSTO FOLK, castañas asadas, viño e OS CEMPÉS en concerto, presentando o seu novo disco Tentemozo.

Domingo día 11
10:00h. Saída ás Fragas do Eume, contaremos como guía con José Manuel Castro Marcote co que clasificaremos todo tipo de Amanitas.

Máis información e inscricións no: http://csocasadaestacion.blogspot.com.es/http://csocasadaestacion.blogspot.com.es/ csoadaestacion@gmail.comhttp://csocasadaestacion.blogspot.com.es/
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Ponte Docu : Xoves 1 de novembro.- "Cuarto poder, los medios en la sociedad de la información

Recebemos do Ateneo Libertario Lume Negro de Ponteareas un seu correio notificando que este xoves ás 21.00 horas, e como sempre no Enigma Café-bar, haberá unha nova proxección do Pontedocu. Esta vez o tema elixido son os medios de comunicación. Verase: "Cuarto poder, los medios en la sociedad de la información", unha análise rigurosa das estructuras mediáticas e dos seus intereses económicos e ideolóxicos que pon ao descuberto os mecanismos ocultos destas enormes máquinas de seducción.

Ateneo Libertario Lume Negro

"Cuarto Poder: los medios en la sociedad de la información" é o primeiro trabalho do Colectivo Audiovisual "Tres y Un Perro".

Podese ver gratuita e íntegramente na sua web "Tres y Un Perro"
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26 oct. 2012

Um tribunal considera culpáveis a dois vigiantes e umha "educadora" de torturas a Philipp García, interno num centro de menores de Tenerife

Manuel Antonio Dorta A., Vicente Rivero R. e Nieves de la Cruz Hernández H. som condenados a prisiom em relaçom com a morte em "estranhas circunstâncias" do menor Philipp García Zoch, quem aparecere morto em 13 de novembro de 2004 numha cela do módulo de refúgio do centro para menores Nivaria, en Tenerife. Os dois primeiros trabalhavam como vigiantes de "seguridade", entanto que a mulher era coordinadora dos educadores.

Os magistrados da Audiência Provincial consideram provado que os tres acusados cometeram um delito de torturas contra Philipp e impom-lhes umha condena de só um ano e meio de prisiom para Manuel Antonio Dorta e só um ano para os outros dous. Além, na sentência que se fijo pública este martes passado 23 de outubro (case 8 anos depois dos feitos!!) impom-se o pago dumha indemnizaçom de 60.000 euros aos pais de Philipp, umha qantidade que deverá ser resarcida, como responsaveis subsidiários, a empresa dos vigiantes "Seguridad Integral Canarias", a "Fundación Ideo" adjudicatária do cárcere de menores e a "Dirección General del Menor y la Familia del Gobierno de Canarias".

A família de Philipp amosarom a sua "satisfaçom" com a resoluiçom judicial e destacarom como "impecáveis" os fundamentos esgrimidos polo tribunal para dictar a sentência condenatória.

Dizer que tanto o Ministério Fiscal como a família de Philipp também denunciaram como culpáveis a outros cinco ex-vigiantes do centro, mas o tribunal declarou-nos absoltos.

Philipp García fora atopado na sua cela com umha saca de plástico na sua cabeça e um punzom baixo um seu muslo, a noite antérior fora objecto de maltrato e insultos por parte de Manuel Antonio Dorta A. quem acusava a Philipp de ser um chivato e de que pola sua culpa transladaram a um seu companheiro a Las Palmas, Antonio Dorta agredeu a Philipp e insultou-no tras abandonar o seu posto no módulo 2 até em sete ocasions. Os outros dous acusados foram testemunhas dos feitos e deixaram-lhe fazer e nom derom parte dos mesmos, tal e como era a sua responsabilidade. A sentência considera que também é responsável a "Dirección General del Menor y la Familia de Canarias" por nom ter intervido no auxílio de Philipp, com um estado psíquico moi deteriorado dado o acoso e agressons que sofria incluso por parte doutros menores internados.

Colado por Edu de La Opinion
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A ONU confirma que no CIE de Aluche há torturas, discriminaçom e detençons arbitrárias

Umha equipa dependente da ONU denominada "Grupo de Trabalho sobre a Detençom Arbitrária" do Conselho de Direitos Humanos das Naçons Unidas, considera que a privaçom de liberdade cautelar no CIE de Aluche (Madrid) de Adnam el Hadj, pessoa indocumentada de origem marroquino e solicitante de asilo no estado espanhol, fora arbitrária e discriminatória por razom da sua origem nacional étnica e além constata que Adnam fora objecto de torturas por parte de vários polícias, entanto estivera detido.

Como vem sendo preceptivo e habitual, esta equipa da ONU limita-se a recomendar que o Governo espanhol repare proporcionalmente o dano causado à vítima.


Os feitos denunciados acaeceram na noite do 7 de maio deste ano quando varios polícias, responsaveis da sua qustódia no CIE, sacaram pola força a El Hadj do seu dormitório e o conduziram a um lugar fora do alcance das cámaras de seguridade do CIE, onde —além de someter-lhe a insultos de forte contido razista e discriminatório— infringiram-lhe umha severa malheira da que resultara com sérias feridas e contusions que requiriram tratamento médico e o seu translado a um hospital; mas a polícia nacional, num claro intento de encubrir os graves delitos de vários dos seus elementos, ao dia seguinte levaram-se trasladado à força a Adnam até Tarifa (Cadiz) e desde lá fora expulsado a Marrocos sem permitir-lhe o auxílio médico.

Este caso fora denunciado ao "Grupo de Trabalho da ONU" pola "Asociación Española para el Derecho Internacional de los Derechos Humanos" (AEDIDH), quem à sua vez fora alertada pola organizaçom "Pueblos Unidos", quem a través dos seus serviços jurídicos comprovaram no mesmo dia 8 de maio que a vítima, ainda detida no CIE de Aluche, apresentava claras sinais de lesions em tudo o seu corpo, e perguntado pola origem do seu deplorável estado físico, Adnam El Hadj relatara que fora objecto dumha malheira e de insultos racistas na madrugada antérior polos agentes da polícia do CIE, foi entom quando estes feitos foram postos em conhecemento dum dos julgados de control do CIE, que citaram a declarar a Adnam para o dia seguinte, mas nom tivo oportunidade algumha de relatar à juíza as torturas e insultos recebidos, pois como digeramos, o mesminho dia 8, Adnam foi expulso a Marrocos.

A dictamen do Grupo de Trabalho da ONU considera que a privaçom de liberdade que sofreu Adnam no CIE de Aluche —ao igual que miles de pessoas— foi arbitrária por tratarse dumha violaçom “de tal gravedade às normas do debido processo de direito que assim o justificam” e por tratar-se de “um inmigrante que nom dispuso de recurso judicial nem administrativo para impugnar a sua detençom”. Além, a detençom de Adnam El Hadj fora contrária às normas de direitos humanos, por ter sido “motivada por discriminaçom pola sua orige nacional, étnico e social, desconhecéndose a igualdade esêncial de todas as pessoas no reconhecemento e goce dos seus direitos humanos”.

O Grupo de Trabalho também fai-se eco das péssimas condiçons de salubridade do CIE de Aluche, a falha de asistência sanitária que provocou a morte de Samba Martine em dezembro de 2011, assim como doutras violaçons aos direitos humanos que se cometem no seu interior. Neste sentido, recordam a “falha de reglamentaçom ajeitada” devido a que ainda nom foi aprobado o regulamento sobre funcionamento dos CIE, que deviera ter-se promulgado há mais de dous anos.

Pese a que o Governo espanhol tivo oportunidade de responder às alegaçons da AEDIDH, passou de respostar.

Para a AEDIDH e "Pueblos Unidos" a dictame do Grupo de Trabalho vem a confirmar a sua crência de que o internamento de migrantes sem papeis nos CIE constitue umha fragante violaçom do direito à liberdade e à seguridade das pessonas, e também do princípio de nom discriminaçom por razom da orige nacional, razial ou social, polo que os CIE devem ser abolidos urgentemente tanto no estado espanhol como no resto dos Estados membros da Uniom Europeia.

Notícia colada por Edu de periodistas-es.org
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Ativista galega submetida a acosso policial e ameaçada com cárcere por ajuda a pessoas migrantes

Fazemo-nos eco em Abordaxe desta notícia que recolhemos à ìntegra de Galiza Livre: Quem conhecemos a Laura sabemos do seu activismo militante e da sua preocupaçom pola situaçom das pessoas migrantes e é esta atitude firme e luitadora de Laura, tal como conta a notícia, a que a leva a ser acosada e ameaçada polas forças de inseguridade. Para melhor conhecemento desta situaçom pola cidadania é polo que sumamo-nos à denúncia que recolhe o Galiza Livre.

A militante galega Laura Bugalho, conhecida pola sua implicaçom nas mais diversas iniciativas populares -da luita LGBT ao sindicalismo, passando pola açom política ou o auxílio a pessoas presas-, enfrenta umha pena de prisom ainda indeterminada por causa do seu apoio a pessoas migrantes, muitas das quais estavam a viver em condiçons infra-humanas. A ativista é acusada de um delito de falsificaçom documental continuada.

Policiais, máfias e assaltos na sua morada

Laura Bugalho leva desde 1993 a realizar tarefas de assistência a pessoas migrantes. Só para o ano 2008, o Foro Galego de Imigraçom calcula que a militante acompanhou 620 pessoas migrantes perante o Negociado de Estrangeiria da Subdelegaçom do Governo da Corunha. Desse contingente, Laura Bugalho foi denunciada por quatro migrantes, dos quais três se ratificárom finalmente nas suas palavras. Estas pessoas denunciárom Bugalho por lhes facilitar documentaçom falsa que, segundo os próprios migrantes, eles teriam empregado.

Em Novembro de 2008, Bugalho denuncia umha máfia de roubo e extorsom a 57 marroquinos. Porém, em 21 de março de 2009, no curso dumha açom das Panteras Rosa Galiza em Compostela, Bugalho é identificada e perseguida. É desde esse momento que se começa a fazer cada vez mais persistente o acosso policial à ativista, até o ponto de a sua morada ser assaltada em 19 de maio de 2009. Laura denuncia este fato à Guardia Civil, a qual demora umhas duas horas em chegar à sua casa. O pretexto com que os fardados justificárom tal demora foi o de se terem perdido.

Em 20 de maio de 2009, Laura Bugalho realiza um telefonema ao presidente de umha equipa de futebol galega para lhe exigir a regularizaçom dos jogadores migrantes e o pagamento de três meses de salário adividados polo clube. O empresário assegura que o vai fazer, mas a ativista fica com suspeitas de a sua voz ter sido gravada, pois o telefone soava com um importante eco.

No dia 21 de maio de 2009, Bugalho é avisada por polícias nacionais de que policiais da esquadra de Compostela estám a seguir os seus passos por ter denunciado umha máfia vinculada ao desporto. A militante informa-os do assalto à sua casa, e eles nom desmentem as suspeitas da autoria que ela lhes traslada. Nem umha semana depois, em 26 de maio, o seu escritório na CIG é assaltado por policiais de Compostela que sequestram o seu computador. Laura irá ser detida por 48 horas, sofrendo maus tratos na esquadra. O Comissário Chefe dirige-se a ela com um "por fim te apanhei, Laura". Os policiais fam mofa da língua galega e repetem constantemente a palavra "Teixeiro".

Irregularidades e maus tratos

Quando Laura Bugalho passa a disposiçom judicial, três pessoas migrantes acodem como testemunhas. Porém, estas pessoas entram algemados nas dependências judiciárias, embora a sua atitude seja de camaradagem com os policiais.

Do computador da militante fôrom extraídos os dados de 15 pessoas migrantes, que fôrom citadas sem ordem judicial e ameaçadas com ficarem sem papéis ou receberem ordens de expulsom. A três dos oito que assistírom, nom lhes foi permitido lerem o seu depoimento.

Operaçom Peregrino

No caso da Operaçom Peregrino, na qual foi imputado El Omari Messaoud -membro das CCOO-, há 57 pessoas migrantes originárias de Marrocos que teriam sido caloteadas e recorreram a Laura Bugalho. Estas pessoas pagárom a quantidade de 10000 euros -muitas vezes resultado de as suas famílias terem sido hipotecadas- polo visto de entrada no Estado espanhol. Depois, costumavam serem abandonadas por um mês na Andaluzia, até que eram reclamadas para trabalharem no sector metalúrgico galego, acabando por cobrar 500 euros de salário, quando o Convénio do Metal estabelece um mínimo de 1100 euros netos, valor que aparecia refletido nas suas nóminas e que eles teriam de assinar para nom serem, por palavras dos afetados, "castigados".

Em muitos casos, as condiçons em que estas pessoas viviam eram verdadeiramente desumanas, chegando a passarem as noites acarom das vacas na granja do empresário. Na Operaçom Peregrino, há quatro empresários galegos e três pessoas marroquinas imputadas, umha delas em paradouro desconhecido. As pessoas magrebinas que acodiam à CIG a falar com Laura Bugalho manifestavam, por sua banda, o temor a serem vistas por El Omari Messaoud, pois as instalaçons do sindicato galego estám acarom das do espanhol. O próprio El Omari acodiu à CIG para ameaçar a ativista. Quase a totalidade das pessoas caloteadas afirmárom terem medo de serem expulsos se denunciavam a máfia.

Colada por Edu
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25 oct. 2012

Recordatório: Palestras sobre Nom Violência e Guerra Social e Apresentaçons do livro: "Guerra Social, Tensión Antisocial"

O Domingo 28 no C.S.O Palavea de A Corunha e o Luns 29 às 20:30' na Biblioteca Anarquista "A Ghavilla" de Compostela terám lugar estas palestras e ao tempo será dado a conhecer o livro "Guerra Social, Tensión Antisocial", recém saido da imprenta.

"A Sociedade nom tam só tem-nos ensinado a aceitar a exploraçom e a jerarquia, senom também tem-nos adestrado para luitar de tal jeito que nom sejamos quem de destruir o sistema do Poder, e que só saibamos reforma-lo mudando as máscaras.

Por umha banda, a Nom-Violência é imprescindível para que o Estado mantenha o seu monopólio da força, e pola outra banda, o concepto occidental do indivíduo e da liberdade que se levam no seio de movimentos, incluso revolucionários, evita qualquer ruptura profunda com o esquema de dominaçom.

Estamos colonizadas sem sabe-lo, ensinadas a reproduzir o Poder mesmo quando nos revelamos"
.

As palestras girarám em torno ao apontado nos livros "Como la No Violencia Protege al Estado", "23 Tesis en torno a la revuelta" e "Guerra Social, Tensión Antisocial", este último, como já digemos, acabado de sair e que será apresentado com tal motivo.

(podedes descarregar-vos os dois primeiros nas ligaçons às que vos levam se clicades sobre eles)
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Recordatório : Xornada Anticarcelaria no CSO Palavea o 26 e 27 de Outubro (Corunha)

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Novidades em torno a presos mapuches em greve de fame

Tras 23 dias de jejum e seis dias sem consumir líquidos, na mahá do martes passado 23 de outubro, os 5 comuneros mapuches prisioneiros no cárcere de Temuco, Leonardo Quijón, Luis Marileo, Cristian Levinao, Fernando Millacheo e Guido Bahamondes, derom por terminadas às suas greves depois de conseguir o seu objectivo de ser transladados ao cárcere de Angol (mais próxima às suas gentes). Ao dia seguinte em meio dum forte despregue operativo de resguardo por parte de Gendarmeria foi realizado o seu translado.

Além, ontem mércores 24, a Corte Suprema chilena, num falho unánime, vem de anular parcialmente o juízo contra Daniel Levinao Montoya e Paulino Levipán Coyan, dois dos jovens mapuches em greve de fame precisamente no cárcere de Angol, tras acolher os seus recursos de nulidade do juízo que os condenara a penas de 10 anos e um dia de presídio por delito de homicídio frustrado de Carabineros e 541 dias por porte ilegal de arma de fogo en Ercilla.

Assim no caso de Daniel Levinao, a sala penal determinou anular a sentência dictada na sua contra polo delito de homicídio frustrado contra o general de Carabineros Iván Bezmalinovic e ordena realizar um novo juízo oral deste proceso, se bem também determinou manter a sua condena de 541 dias de prissom por portar armas.

Em quanto a Paulino Levipán determinou-se acolher o recurso de nulidade polo delito de homicídio frustrado e dictou-se sentência de remprazo determinando umha pena de 3 anos de presídio menor polo delito de maltrato de obra a Carabineros em serviço, se bem otorgase-lhe o benefício da remissom condiçonal da pena e ordenou-se a sua posta em liberdade umha vez que se notifique da sentência ao tribunal de primeira instância.

Isto poderia ter como consequência que ambos comuneros mapuches deram por rematada a sua greve de fome na que levam mais de 60 dias junto com os seus companheiros Eric Montoya e Rodrigo Montoya, quem estám na espera de juízo, um por homicídio frustrado contra um outro polícia e o outro por um suposto roubo frustrado a um particular, e ambos exigem que se requalifiquem as suas acusaçons e se elimine do seu processo a umha testemunha protegido ou secreta.

Daniel Melinao, vozeiro dos grevistas de Angol, declarou que estám a reunir-se entre os membros da sua comunidade com os quatro em greve para decidir se levantam o jejum e dijo que existem altas possibilidades de que se termine dado que já lograram os pontos mais importantes das suas demandas, que eram a anulaçom desse juízo e a rebaixa das condenas e valora positivamente o falho… porque "nos vimos dizendo há muito tempo que os irmaos nom tentaram assassinar ao general e hoje ratifica a Corte que em nengum momento houvera homicídio frustrado".

Informaçom recabada de Mapuexpress
Notícia redactada por Edu
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24 oct. 2012

Suspende-se juizo contra manifestantes em defesa do galego

Colamos literal de GalizaLivre

Hoje (por ontem) começava o proceso contra doce ativistas por participar da resposta popular o passado 8 de Fevereiro de 2009 perante a convocatória espanholista de Galicia Bilingüe. Desde as nove da manhá umha concentraçom de mais de cem pessoas às portas dos julgados de Fontinhas, em Compostela, apoiava às procesadas. Arredor das 10h presentarom-se as encausadas, que levavam umha camisola denunciando o juizo político. E cantarom o hino diante das câmaras antes de entrar ao julgado.

Também chegou a carrinha da Guarda Civil que traia a Roberto Fialhega, Teto, encausado actualmente preso em prisom preventiva, dispersado na prisom de Estremera (Madrid). À sua chegada o preso estava sorrindo ante os berros de apoio da gente concentrada.

Às 10:30 comezava o juizo, em umha sala mui pequena, na que apenas puiderom entrar as familiares.

Bem deu começo o juizo, a fiscalia solicitou incrementar um delito a maiores do que se contemplara na instruçom para dous dos encausados, Alexandre Rios e Abraam Alonso. Esta proposta tem que ser aceitada pola defesa para poder continuar o juizo, proposta que os avogados da defesa recusarom. E depois de algum intento por parte da juiza para que se chegar a um acordo e poder seguir, tivo que suspender o juizo.

O proceso agora continua: a fiscalia tem um periodo de 10 dias para presentar as modificaçons sobre os cárregos que imputa, e depois voltaria à instruçom. Com o qual é possível que se retrasse entre seis meses e um ano.

Parte da concentraçom continuou ainda nas portas do julgado até passadas as doce da meiodia, aguardando a saída do furgom da Guarda Civil que levava a Roberto de volta à prisom. À saída, os berros de apoio forom contestados com golpes desde dentro da carrinha, era o punho do Teto, a despedir-se.
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[Marín] Venres 26 Magosto Popular no CSO Liceo

Damos conta desta convocatoria recebida no noso correo:

O vindeiro venres día 26 de outubro celebraremos no CSO Liceo o noso "Magosto popular".

A partires das 20:00 horas haberá castañada de balde para todo o mundo, e a partires das 22:00 celebrarase un concerto (tamén de balde) coa actuación dos grupos "Reductorxs de cabezas" (punk hardcore - Vigo ) e "Vulkano" (rock, Sanxenxo).

Estades todxs convidadxs!! Leer más...

Enlaçamos em Abordaxe web da Campanha estatal "Cárcel = Tortura"

Umha novidade no nosso blogue: Activamos na nossa coluna de "enlaces" o "banner" da web da Campanha estatal contra os Maus Tratos em prisom "Cárcel=Tortura" onde, além doutras coisas" da-se conta de todas as novidades que vam jurdindo nesta campanha que começara em Outubro do ano passado e na que, desde entom, xs presxs que a formam estám a fazer jejuns e escritos de denúncia a diferentes organismos todo-los dias 1 de cada mês e convida-se, a quem queira participar solidarizando-se com xs compas presxs, a fazer envio de fax aos diversos organismos "irresponsáveis" desta situaçom, nesses primeiros dias de cada mês (ou qualquer outro dia), e para elo tedes na sua web um módelo de fax e os endereços a onde envia-los.

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23 oct. 2012

Itália: Prisioneiros informam de brutalidade no cárcere de Tolmezzo

Há algo mais de um mês publicamos em Abordaxe umha carta de Maurizio Alfieri prisioneiro no cárcere na que estivo detido em primeiro lugar Massimo Passamani até que foi presuradamente transladado, ne-la Maurizio dava conta das razons de tam imediato translado e informava da brutalidade da estructura e a violência dos carcereiros de Tolmezzo, e poucos dias depois faziamos pública umha carta de Mássimo, onde dava conta dos laços de solidariedade jurdida entre ambos. Agora recolhemos de Contra Info como segue a ser a situaçom dos prisioneiros em ailhamento deste cárcere que copiamos, traduzimos e colamos para conhecemento geral.

Maurizio, desde anos há, luita desde o interior do aparato punitivo contra o silêncio e a censura que rodeam as malheiras e as torturas diárias administradas polos vejadores de uniforme com a connivência dos jefes e directores. Também nas instalaçons de Tolmezzo vem de recolher testemunhas, escritos e sinaturas de diferentes prisioneiros da secçom de ailhamento. Dado o risco de que istos textos sejam incautados polos guardas, como sucedeu recém, optamos por recolhe-los e publica-los, omitindo os nomes dos prisioneiros para evitar represálias na sua contra. Sabemos que o juiz de vigiância de Udine nom está a tomar nengumha medida, se bem é consciente das violências perpetradas no cárcere de Tolmezzo.

O mínimo que podemos fazer é dar voz a estas histórias e dar força aos que luitam dentro das prisions. E, como muitas vezes os presos escrevem-nos cartas e postais som um sinal importante, também para os seus captores.

[Os seguintes textos estám em italiano: Denuncia colectiva dos presos, Declaraçom dum preso, Carta nº1, Carta nº2,Carta n º3, Carta nº4.]

Para escrever a Maurizio e aos presos da secçom de ailhamento do cárcere de Tolmezzo:

Maurizio Alfieri
c/o C.C. via Paluzza 77
33028 Tolmezzo (UD)
Italia

Para fazer presom sobre os torturadores de Tolmezzo, podedes escrever-lhes a eles também:

Massimo Russa – brigadier jefe do esquadrom de matons
Raffaele Barbieri – comandante das guardas que ordena as malheiras
Silvia Della Branca – directora do cárcere, cúmplice das violências e dos abusos

c/o C.C. via Paluzza 77
33028 Tolmezzo (UD)
Italia

Notícia colada por Edu
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França: Desalojos em Notre-Dame des Landes

Na França, desde há mais de 40 anos, campesinhxs da regiom de Notre-Dame-des-Landes, perto de Nantes, opom-se à construiçom dum aeroporto sobre essas terras. Em 2000, o projecto fora re-impulsado polo socialista e alcalde de Nantes Jean-Marc Ayrault, hoje em dia primeiro ministro francês. Durante os últimos anos engadirom-se à luita numerosos jovens do movimento “okupa”, do ecologismo radical e da rede europeia “Reclaim the fields” (exige o campo), que estám em contra da industrializaçom e da urbanizaçom acelerada da sociedade, e buscam o ressurgimento da vida colectiva no campo. Som já mais dum cento de pessoas as que se forom viver nesta zona ameaçada, ocupando casas abandonadas, construindo novas cabanas e criando hortas para resistir contra o projecto do aeropuerto.

Em 16 de outubro e durante tres dias, tivo lugar umha enorme operaçom policial na que participarom mais de mil elementos policiacos, com o galho de desalojar onze dos lugares okupados. Mas pese ao enorme despregue de forças, os moços e as moças em luita conseguirom até o de agora impedir o desalojo dalguns dos lugares ameaçados, entre eles a granja colectiva “Le Sabot”, inaugurada no ano passado por integrantes francófonos da rede “Reclaim the fields”, num ato multitudinário de recuperaçom de terra agrícola e de denúncia do projecto do aeroporto. Protegidos por barricadas e com um respaldo exterior que nom duvidou em carregar várias vezes contra os mesminhos granadeiros policiais, este lugar símbolo da resistência de Notre-Dame des Landes segue ainda resistindo às forças policiais.

O dia 18 os polícias tentaram também acabar com os campamentos de oponhentes estabelecidos em dous bosques da zona igualmente ameaçados de destruiçom polos promotores do projecto. Pero entanto a polícia concentrava-se nos lugares conflitivos, oponhentes aproveitaram esse momento para reokupar algumhas das casas desalojadas no dia antérior.

Em resposta à incursom policiaca e aos desalojos, multiplicarom-se as acçons e manifestaçons de solidariedade em toda França, desde a realizaçom de marchas e a colocaçom de mantas nas autopistas, até a degradaçom e a realizaçom de sabotagens em contra de VINCI, a empresa constructora, e do Partido Socialista, promotor do projecto de aeroporto. Mensagens de solidariedade com a luita de Notre-Dame des Landes começarom também a chegar desde várias partes do mundo, pero cabe mençonar que, pese à magnitude da operaçom e do ámbeto nacional da luita, os meios de comunicaçom franceses amosarom-se excepcionalmente silenciosos acerca dos acontecementos.

Copiado, traduzido e colado por Edu de resiste.squat.net

Informaçom completa dos sucessos com comunicados, fotos e vídeos (em castelám, italiano, francês ou inglês) na sua web resiste.squat.net

Agradece-se a difussom e convidam a enviar mensagens de apoio ao correio seguinte: zad@riseup.net pois dam um bo ánimo as compas resistintes.
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[Vigo] Sábado 27 .- Maghosto Horta do Berbés (Barrio do Kura)

Reproduzimos o correio recebedo de cascokupa de Vigo (e modificamos umha vez recebedo um seu "fe de erratas" com o cartaz corregido notificando que é o sábado 27 e nom o 28):

Keridas e keridos:

Este sábado 27 de outubro ás 17:00 imos facer MAGHOSTO na Horta do Berbés

difundide e non faltedes!

apertas criminiais

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3º número do Boletín "La Urraca Ácrata"

Un correo chegado ao noso mail infórmanos da sáida do 3º número do Boletín Informativo de carácter libertario de publicación bisemanal: "La Urraca Acrata".

Este boletín é de difusión gratuita e podedes descárregar os 3 números editados ata agora no seu blogue ou recollelo nun dos puntos de difusión nas facultades da Universidade de Vigo así como na okupa Sevillana "C.S.O.A. Sin Nombre".

Convidan a que para cualquer cousa enviedes un email a laurracaacrata@gmail.com
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22 oct. 2012

Tres anarquistas norteamericanxs na cadea por negarse a declarar ante un “Gran Xurado Federal”

Mateo Duran, Leah Plante-Lynn y Katherine Olejnik ingresaron recentemente en prisión por negarse a falar diante dun tribunal federal sobre as súas actividades políticas e as dos seus compañeirxs. Xs tres activistas anarquistas, investigados polos disturbios ocurridos durante o último Primeiro de Maio en Seattle, non entraron na cadea por realizar actos delictivos concretos, senon pola súa negativa a facilitar datos sobre o movemento anarquista que puidesen incriminar dalgún xeito a outrxs compañeirxs.

Pese a que a quinta enmenda da constitución norteamericana otorga o dereito a non declarar contra un mesmx, o feito de que o gran xurado ofrecéralles inmunidade no caso, pretendendo utilizar as suas declaracións únicamente para acusar a outrxs, invalida ese dereito. É así que xs tres atópanse agora nun centro de detención federal preto do “Seattle-Tacoma International Airport” como xeito de chantaxe para obligalxs a declarar.

Aínda que os delitos de vandalismo polos que este tribunal federal norteamericano citou a estxs tres activistas sucederon durante unha manifestación do último primeiro de maio en Seattle, ao parecer a formación deste gran xurado antecede en dous meses a estes sucesos. Así que todo isto semella máis ben a unha Mchartiana caza de bruxas, destinada á persecución ideolóxica do anarquismo, que a unha verdadeira investigación criminal. Extremo que vese reforzado polo feito de que o material incautado durante os rexistros fose ordenadores e literatura anarquista, non capuchas, martelos ou utensilios cos que cometer actos vandálicos.

Pese ao secreto decretado para as investigacións do tribunal, trascendeu que as detencións poderían ter relación coas mensaxes dos móviles dxs detidxs, que os situarían no lugar dos feitos.

< Nova elaborada por C.R. con información da prensa comercial Ianki, da páxina http://anarchistnews.org e de http://nopoliticalrepression.wordpress.com/, blog en defensa dxs detidxs.

Imaxe do Black Block no último Primeiro de Maio en Seattle
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O "incrível" jogo da Democracia: Perdes mais 100 mil votos e ganhas 3 escanhos

Som abstençonista perseverante e militante (se bem, ei reconhecer que nalgumha ocasiom passada tenho caido no jogo de ir votar para botar), mas som um “pilhao” das estatítisticas, resultados e numerologias, e gosto de observar os resultados eleitorais e fazer valoraçons subjectivas dos mesmos, assim que vou-vos da-la lata neste “Abordaxe” para tirar as minhas conclusons ao respeito do que se passou ontem nas eleiçons galegas co galho de contrastar o que saientam tudos os falsimedios ao respeito da grande vitória de Feijoo.

A abstençom de residentes * medra em case 123 mil pessoas, os votos em branco sumam 10 mil mais que no 2009 e os nulos também som 12 mil mais, além medram em mais de 27 mil, os votos das candidaturas, chamemos rupturistas ou indignadas como “En Blanco” que propunha deixar os escanos conseguidos baleiros, HARTOS.org, PACMA ou Piratas, com o que um total dumhas 172 mil pessoas mais que no 2009 passarom de votar as candidaturas com representaçom parlamentar e que contarom com os falsimedios como pantalha de petiçom de voto, o que da um total de 936 mil pessoas que ou nom votarom ou nom o figerom por nengumha "candidatura com possíveis", e nom estou a sumar a irrupçom de AGE, se bem muitos dos seus votos vinham de rupturistas e indignadxs, dado que também contou com os falsimedios e que obtivo 180 mil votos mais que no 2009 (depois de restar os acadados nessa altura por EU e FPG, que formam parte de AGE junto axs escindidxs do BNG) e que venhem a ser 55 mil mais que os votos que perde o seu “progenitor” BNG (uns 125 mil), por outra banda o PSOE leva a hecatombe de perder 230 mil votos e o PP, o gram vitorioso segundo tudos os falsimedios e comentaristas de pacotilha, perde 136 mil votantes!!( se bem há que reconhecer e considerar que muitos dos votos perdidos polos 3 grandes de antes, som votos da emigraçom, que se passarom dumha participaçom de algo mais de 104 mil a só 30 mil e que ainda nom estám contabilizados e falham de sumar-se, mas bem pouco vai variar, pois até no caso extremo de que o PP levara tudos os votos, este seguiria a perder mais de 100 mil).

Com tudo isto o PP sube 3 escanos e acada maioria absoluta no parlamento quando a realidade númerica é que só acadou (a falha do voto emigrante) algo mais do 28% do total do censo de residentes, o PSOE acadou um 12,76% , AGE um 8,7%, o BNG um 6,32% e o resto das candidaturas que aspiravam a ter representaçom, todas juntas (descontando nulos, votos em branco e os da candidatura escanhos em branco, e outras que já considerei claramente “rupturistas” ou “indignadas” ) som algo mais de 70 mil votos que representam um 3,1% (sem direito a escanho), o que deixaria a abstençonistas, desencantadxs, rupturistas e indignadxs (sem sumar AGE que levou umha boa remesa dessxs votantes), com um total dum 41% do total de censo de residentes.

Alguém dirá que valorar a abstençom como umha práctica conscente é fazer trampas, pois muitas abstençonistas som só apáticas e vagas, mas a gente só dezir-lhe que, depois do bombardeio mediático de tudos os partidos com aspiraçons a ter representaçom chamando ao voto, sem parar de falar da importância de ir votar, da obriga de cumprir com esse direito que “tanto costou conseguir”, de que si patatim ou patatám, eu, mais chulo que um oito, reclamo a abstençom como um claro reflejo de tuda a gente que passamos de elegir os e as monicreques que vam sentar a fazer a política que mandam os poderosos. Porque eu nom escuitei a nengum candidato falar de expropriar bancos ou empresas, e a história demonstra que tanto tem que governe o PP que o PSOE-BNG ou IU ou o que for, que todas seguirám a fazer políticas económicas que perjudicam ao povo e só se diferenciam entre eles em certas políticas sociais de gasto público e em que um enchufa nos cárregos de direçom e assessoramento públicos aos seus e os outros aos deles.

Assim pois so basta reconhecer que tenhem moi bem montado o “chiringuito”, dado que o partido com só o 28% dos votos do total do censo vai ter maioria absoluta com o 54’66 da representaçom parlamentar (case o duplo da representaçom real). E isso sem entrar a valorar as múltiples tácticas e prácticas deste jogo tramposo (carretagem, caciquismo, operaçons judiciais oportunas, campanhas nos falsimedios, lei d’Hont, que nom d’Ohm,…) nos que quem perde ganha e leva-se tudo.

Vaia com a democracia representativa!!

Colado por Edu (admito críticas, desaires e até burlas)

* Deixei aparte a participaçom eleitoral da emigraçom, pois a abstençom desse estranho censo onde podem votar netxs de galegxs que nunca pissarom Galiza nom podo quantificá-la como votos de descontentes, ainda que este ano andariam em torno a mais de 365 mil abstençons por 230 mil das anteriores, ou seja incrementa-se a abstençom em mais de 135 mil, se bem nesta ocasiom solicitar votar era mais complejo que em anteriores convocatórias, polo que preferim nom valora-la, pois de faze-lo os dados seriam ainda mais escandalosos.
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20 oct. 2012

Esquerda Unida contrata ao presentador “alternativo” Pablo Iglesias para a sua campaña electoral, responsable a súa vez da contratación de “indignados”

Aquí tedes ao amigo Pablito facéndolle unha felación informativa ao camarada Beiras dende o seu programa "La Tuerka". Ou sexa, gañando o xornal! Se hai un par de días informábamos da contratación dunha decena das caras máis coñecidas do 15M coruñés para traballar na campaña electoral de Esquerda Unida (noticia -Aquí), agora engadimos nova información ao xa apontado. E é que E.U., que concurre nesta ocasión coaligada co partido de Beiras baixo a marca Alternativa Galega de Esquerdas, contratou para a dirección da súa campaña ao presentador do programa de televisión independente Pablo Iglesias, quen sería o reponsable da estratexia da contratación de “indignados” nas labores da campaña.

 Pablo Iglesias Turrión, que dirixe o programa de tertulia “La Tuerka CMI” de Tele K e do Canal 33, ademáis de ser colaborador do diario Publico, aspirante a Pope dos movementos sociais e interlocutor do altermundialismo “chachi-guachi”, non tivo empacho en aceptar os cartos ofrecidos por Esquerda Unida para realizar un preeminente papel na organización da campaña de Alternativa Galega de Esquerdas de cara ás eleccións do próximo domingo. Deste xeito o partido alugoulle un piso na Coruña, dende onde escribiría os discursos dos políticos de E.U. entre outras labores relativas á campaña.

 Sería precisamente a iniciativa de Pablo Iglesias que o partido puxo outro piso a disposición dun selecto grupo de coñecidas caras do 15M coruñés que, baixo a escusa de realizar traballos informáticos para a coalición (a cambio dun salario, evidentemente), pretenderían atraer o voto indignado en proveito electoral da chamada “Syriza Galega”.

 É canto menos curioso que unha coalición na que concurren varios partidos nacionalistas galegos contrate coma un dos directivos da súa campaña a unha estrela mediática do mundo alternativo de Madrid. Aínda que os rumores de que o tal Pablo Iglesias mantén unha relación cunha importante diputada madrileña de Izquierda Unida podería, en parte, esclarecer o asunto.

 Nada sorpresivo en absoluto, un partido político realizando unha maniobra ben montada de cara a manipular o voto da “esquerda alternativa”. Trinta moedas de plata para que algún que outro indignado faga propaganda entre os seus; e a contratación dun bo publicista “alternativo” para atraer o voto dos “movementos sociais”. Niso consiste a política parlamentaria, en enganar ao persoal para que voten o que normalmente non quererían votar.

 Como xa dixemos “nada novo baixo o sol”, pero nunca está de máis lembrarlle á xente como funcionan as cousas. As veces compre recordar unha vez máis o verdadeiro cheiro da política, as mentiras das supostas alternativas parlamentarias e o funcionamento podre dos partidos políticos .


 A rá Gustavo, o repoteiro máis dicharachero de todo Barrio Sésamo.
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19 oct. 2012

50 Presos de Valdemoro iniciarám umha Greve de Fame se nom som excarcerados por motivos de saude

Uns 50 presos do módulo I do cárcere de Valdemoro (Madrid) apresentarom umha instância à direçom do centro para exigir que se proceda à sua excarceraçom por razons de saude, um motivo polo que anunciarom umha greve de fame que iniciarám na vindoura sexta feira (venres) 25.

A preocupaçom na direçom da prisiom é máxima, e o Serviço de Inspecçom de Instituiçons Penitenciárias vem de iniciar umha investigaçom para averiguar quem som os "cabecilhas" desta rebeliom. Precisamente, umha equipa de quatro inspectores acudira esta quarta feira (mércores) pola noite ao Centro para iniciar umha investigaçom ao respeito, em profundidade.

No módulo I de Valdemoro há muitas pessoas encirradas com diversas doenças, algumhas delas em fase terminal. Lá agrupam-se reclusos perigosos e reincidentes, com adiçons às drogas e com graves doenças. Outros nom estám enfermos pero aderirom-se ao protesto por solidariedade.

Prisions começou já a ailhar alguns dos presos ‘rebeldes’ e vem de reforçar a seguridade deste módulo, que polo geral conta con tres funcionários de Interior, e agora contará com até umha dezena.

Copiado, traduzido e colado de Tokata
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Processados por Galicia Bilingüe pedem solidariedade perante o juízo, que começa semana próxima

Três anos depois da manifestaçom de Galicia Bilingue em Compostela contra o galego, doze pessoas sentarám no banco dos acusados num juízo que começará terça-feira 23 de outubro.

Confrontam-se a petiçons fiscais de muitos anos de cadeia, somando 45 anos entre todas as acusadas, e de sançons económicas totais de 30.000 euros. Os cargos, terem participado no boicote à manifestaçom anti-galega. Oito delas teriam sido detidas o próprio 8 de fevereiro, enquanto outras quatro seriam imputadas posteriormente, identificadas pola polícia conforme "indícios" no seu poder.

Perante a gravidade das penas solicitadas polo representante do Estado espanhol, as acusadas venhem de fazer um chamado público de solidariedade, pedindo "posicionamentos públicos" das organizaçons, e reclamando a mobilizaçons o mesmo 23 de outubro e que podedes lêr clicando em "leer más".

As doze pessoas imputadas terám que assistir ao juízo, que se desenvolverá durante vários dias da próxima semana, a começar pola terça-feira. O juízo començará, como apontamos, a terça-feira (martes) dia 23, às 9.30, com a declaraçom das acusadas. Na quinta-feira 25 (joves) está previsto que declarem mais dumha veintena de polícias, entanto que o dia 26 será a quenda das testemunhas da defensa e da acusaçom, entre estas últimas acudirám membros de Falange Española (como Ynestrillas) e Rosa Díez, de UPyD.

Manifesto de Solidariedade com as pessoas processadas do #8F

A nossa língua nacional encontra-se num estado limite. A gravidade da sua situaçom chega a tal ponto que, segundo confirmam os estudos sócio-lingüísticos mais solventes, a transmisom intergeracional já nom está garantida e em questom de décadas, de nom mediar profundas mudanças em políticas e atitudes por parte da sociedade galega e as instituiçons, podemo-nos enfrontar ao sucesso final do processo de extermínio lingüístico iniciado em 1492. Esta é a crua realidade para quem amamos este país e o seu idioma como máxima expressom de nós.

Em 2009, as medidas favoráveis ao Galego que adoptava a administraçom bipartida tivérom umha contestaçom feroz e extremista dos sectores políticos e mediáticos partidários do seu extermínio definitivo ou da sua conversom numha síria reduzida à comunicaçom doméstica e informal: fazer do Galego um idioma constrangido a determinadas esferas da comunicaçom, mas indigno do ensino, das administraçons, dos meios públicos, etc., foi, e é, o cartom de visita dos que onte ordenavam aos nossos avós e avoas a ponta de fusil Sea patriota. No sea bárbaro. Hable usted nuestro idioma cervantino e agora se envolvem no argumento hipócrita da Libertad de idioma ou da Libertad para elegir. Distintas estratégias para o mesmo fim.

Aquel 8 de Fevereiro de 2009, quando grupos tam significativos como Falange Española de la JONS, Unión Progreso y Democracia e os dirigentes mais radicalizados do Partido Popular saírom às ruas de Compostela para bloquear o avanço do Galego com a convocatória de Galicia Bilingüe, decidimos, como figérom centenas de galegas e galegos, saír também à rua para denunciar aquela farsa ridícula que pretendia converter as vítimas em verdugos e aos históricos valedores da imposiçom do espanhol em “mártires” dumha língua sem direitos.

Com esta resposta colectiva pugemos acima da mesa a dignidade nacional das galegas e os galegos e denunciamos que é a língua da Galiza a vítima da imposiçom, da minorizaçom social e do perigo real de extinçom. Fumos, por este motivo, identificad@s por falar em Galego, golpead@s brutalmente, detid@s e criminalizad@s, enquanto a minoria extremista deste país que é partidária de aniquilar a sua língua se manifestava com protecçom policial e a companhia de centenas de pessoas traidas em autocarros vindos de fora da Galiza.

Agora, mais umha vez, a inversom extravagante acontece na realidade: os processados e processadas somos os agredidos. Acusa-se-nos de um amplíssimo abano de delitos que vam da “resistência à autoridade” que golpeava cidadás e cidadaos caidos no chao até “desordens públicas”, por fugir de quem se assanhavam com pessoas indefensas.

A guinda do pastel é umha petiçom fiscal de 45 anos de prisom por levantar a voz contra os inimigos do Galego, que pode supor o ingresso em prisom de muit@s de nós, e a imposiçom de sançons económicas impossíveis de afrontar que superam os 30.000 euros.

Os doce homes e mulheres que nos sentaremos na bancada dos acusados a partir de 23 de Outubro em Compostela demandamos da cidadania galega, das vossas organizaçons políticas, sindicais e sociais e de todos aqueles e aquelas que, dia após dia, defendedes a lingua desta velha naçom, um exercício de solidariedade activa com os e as processadas, denunciando o juízo político de que seremos objecto, posicionando-vos publicamente e mobilizando-vos em reivindicaçom da nossa liberdade o dia do início da vista. A vossa solidariedade é, agora, imprescindível.

Defender o Galego nom é delito.

Colado por Edu de GalizaLivre(1) e (2) e mais EP
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18 oct. 2012

Interior perseguirá a difusión de imáxenes da policia en internet

Esta é umha noticia extraída de Público hoxe mesmo (18/10/12), que me pareceu interesante polo feito de ver como umha vez máis se pasan polos forros a privacidade das persoas de a pé, e moito máis das detidas e presas, publicando dende datos personais e íntimos ate fotos das mesmas, mentres que as forzas represoras gozan da impunidade total ate o punto de non se nos permitir poder difundir, como seria lóxico, a suposta actividade laboral que exercen as forzas de orde PÚBLICAS.

 En fin, xa se sabe, mas pra quen ainda dubide... Aí vai a noticia tal cual.

 [Antes de nada, aproveito para responsabilizarme da foto incrustada nesta entrada. Non vaia ser que nos acusen de interrumpir umha operación...]

Fdo. Xa sabedes quen son 
INTERIOR PERSEGUIRÁ LA DIFUSIÓN DE IMÁGENES DE POLICÍAS EN INTERNET 

 El director general de la Policía, Ignacio Cosidó, ha asegurado que la reforma de la Ley de Seguridad Ciudadana pretende "buscar un equilibrio en la protección de los derechos de los ciudadanos y de los de las fuerzas de seguridad" 

 El director general de las Policía, Ignacio Cosidó, ha avanzado hoy que la próxima Ley de Seguridad Ciudadana prohibirá la captación, tratamiento o difusión en internet de imágenes de agentes en el ejercicio de sus funciones si ponen en riesgo su persona o la operación en la que están trabajando. 

 Así lo ha manifestado Cosidó en un encuentro con la Central Sindical Independiente de Funcionarios (CSI-F), la Confederación Española de Policía (CEP) y la Confederación Europea de Sindicatos Independientes (CESI) para analizar las consecuencias de la crisis en el trabajo de las fuerzas se seguridad. Además, ha asegurado que la reforma de la Ley de Seguridad Ciudadana pretende "buscar un equilibrio en la protección de los derechos de los ciudadanos y de los de las fuerzas de seguridad". 

 Literalmente, ha asegurado que prohibirá "la captación, reproducción o tratamiento de imágenes, sonidos o datos de miembros de las fuerzas de seguridad en el ejercicio de sus funciones cuando puedan poner en peligro su vida o en riesgo la operación que están desarrollando". 

 Para el director de la Policía esta medida que pretende proteger la intimidad personal y familiar de los agentes y garantizar el derecho a su honor e imagen y con la que el Gobierno, ha dicho, "da un paso al frente" para dotar de más seguridad el trabajo de la Policía "desde la legalidad y el estricto cumplimiento del Estado de Derecho". 

 "Solo desde el reconocimiento de la inmensa labor de las fuerzas de seguridad es como podremos progresar en el logro de una sociedad mas justa, más segura y pacífica", ha subrayado el director de la Policía, que ya anunció la pasada semana que la Ley de Seguridad Ciudadana también podría contemplar como sanción manifestarse con la cara cubierta. 

 Cosidó ha aprovechado también para manifestar su apoyo al anteproyecto de reforma del Código Penal, que, a su juicio, sienta "las bases para la prevención y persecución de las conductas que atentan gravemente contra el orden público". 

 Entre algunas de las novedades que incluirá el Código Penal, el director de la Policía ha recordado que la definición de delito de atentado variará para incluir en él todos los supuestos de acometimiento, agresión, empleo de violencia o amenazas graves de violencia sobre el agente de las fuerzas de seguridad o miembros de servicios de asistencia y rescate. 

 Por su parte, la acción de resistencia pasiva, junto a la desobediencia, se mantiene penada con entre seis meses y un año de cárcel. La falta de desobediencia desaparece, pero se sancionará como infracción administrativa en la Ley de Seguridad Ciudadana. 

 Otra novedad afecta a la alteración del orden público. La pena se agrava cuando se porten armas, se exhiban simuladas o se realicen actos de violencia con peligro para la vida o integridad de las personas, así como los actos de pillaje. 

 También se castigará la difusión de mensajes que inciten a la comisión de algún delito de alteración del orden público o actos de violencia, pero no la simple convocatoria a movilizaciones.
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Atenas, xuízo contra Loita Revolucionaria: Declaración de Jose Rodríguez

A guerrilla é unha forma de loita contra a orde establecida que vén de lonxe. No Estado español é ben coñecida con ese nome ata os tempos da ditadura do xeneral Franco.

Guerrilleiros foron os chamados "maquis", militantes anarquistas como Wenceslao Jimenez Orive, Ramón Vila Capdevila, Marcelino Massana, Cesar Saborit, Francisco Sabaté Llopart ou José Lluís Facerías, que ata 1963 continuaron o combate contra o fascismo e o capitalismo iniciado o 18 de xullo de 1936, cruzando continuamente a fronteira francesa en dirección a Barcelona cargados con mochilas cheas de armas, propaganda e material de imprenta para as publicacións clandestinas.

Outros grupos como o de Francisco Ponzán Vidal, asasinado pola Gestapo en Francia o 17 de agosto de 1944, axudaron a evadirse, en colaboración cos aliados, a miles de judios e outros perseguidos do réxime nazi.

Todos eles sen excepción foron acusados de "terroristas" e "bandidos" polos medios de comunicación do réxime de Franco.

Años antes tamén foron considerados "terroristas" e "bandidos" homes de acción do anarcosindicalismo catalán como Buenaventura Durruti, Ricardo Sanz, Aurelio Fernandez ou Juan García Oliver, membros dos grupos "Los Solidarios" e "Nosotros", autores das mortes do gobernador de Bilbao Regueral e do Cardeal Soldevilla (implicados na creación dos grupos de pistoleiros da patronal responsables do asasinato de Salvador Seguí e de decenas de sindicalistas entre os anos 1918-23).

"Los Solidarios" foron tamén os autores do asalto ao Banco de España en Gijón e do intento de dar morte ao Rei de España Alfonso XIII en 1926.

Estes mesmos homes de acción posteriormente estiveron á vangarda das forzas populares que na rúa detiveron o golpe de estado fascista do 18 de xullo de 1936, que desencadeou a máis profunda revolución anarquista que vise nunca ata a data a humanidade.

"Pistoleiros" foron chamados tamén militantes anarquistas como Pedro Mateu, Ramón Casanellas e Lluís Nicolau, que deron morte ao presidente do goberno Eduardo Dato en 1921, responsable do asasinato de decenas de detidos sindicalistas en Cataluña e outras rexións mediante a aplicación da "lei de fugas".

Moitos outros "pistoleiros" (en realidade, militantes da CNT) actuaron nese período (1918-1923) enfrontándose coas armas na man aos patróns que se negaban a aceptar as xustas reivindicacións obreiras daqueles anos (xornada laboral de 8 horas, aumentos de salarios, condicións de vida dignas) nunha loita que deixou centenares de mortos en ambos os dous bandos.

"Gangsters" chamaron os medios de comunicación e boa parte dos grupos de oposición democrática a Salvador Puig Antich e a Oriol Solé Sugranyes, membros dos MIL-GAC (Movemento Ibérico de Liberación - Grupos Autónomos de Combate), grupo que colaborou coas loitas obreiras recadando fondos mediante as expropiacións a Bancos e realizando edicións de textos de formación para a clase obreira.

Puig Antich foi asasinado polo fascismo mediante o garrote vil o 2 de marzo de 1974; Oriol Solé foi asasinado nas proximidades da fronteira francesa pola Garda Civil, disparándoo cando se encontraba de costas e desarmado tras a espectacular fuga polos sumidoiros do cárcere de Segovia dunha trintena de presos políticos en abril de 1976. Tras as súas mortes foron reivindicados como "mártires" da causa antifascista por boa parte da oposición democrática que non quixo colaborar con eles en vida polas súas posicións netamente anticapitalistas.

O período da "transición á democracia" tras a morte de Franco o 20 de Novembro de 1975 non mellorou a situación; o tres de marzo de 1976 cinco obreiros morren e decenas máis son feridos de bala pola Policía Armada española na cidade de Gasteiz (Vitoria). O seu crime? Participar nunha asemblea pacífica no marco dunha folga que duraba tres meses. A prensa española e os voceiros do goberno falaron da "violencia" dos obreiros para xustificar o seu aleivoso asasinato.

188 persoas foron asasinadas no período 1975-83 pola Policía e os grupos terroristas fascistas. Moitos destes crimes quedaron impunes.

Agustín Rueda Sierra, compañeiro anarquista e autónomo que foi detido en 1978 mentres cruzaba a fronteira dende Francia xunto a outro compañeiro portando uns explosivos (continuando desta forma a loita dos "maquis") foi torturado ata a morte polos carcereiros da prisión de Carabanchel (Madrid) o 13 de marzo dese mesmo ano, tras descubrirse no interior da prisión un túnel que ía servir para a fuga dos membros de COPEL (Coordinadora de Presos en Loita), organización asemblearia creada polos presos sociais para reclamar amnistía e profundas reformas do sistema penitenciario.

En 1982 o PSOE (Partido Socialista Obreiro Español) chega a La Moncloa. En 1983 xorde o GAL (Grupos Antiterroristas de Liberación), organización parapolicial responsable de secuestros, torturas e 23 asasinatos de refuxiados vascos e cidadáns franceses ata 1987.

Altos cargos do goberno socialista, policías e ata un xeneral da Garda Civil foron condenados moitos anos despois polas actividades do GAL; non obstante, dos centenares de anos aos que foron condenados só cumpriron unha mínima parte, estando actualmente en liberdade a maioría dos condenados polo terrorismo de Estado.

Tampouco houbo condenas para os que asasinaron con 113 disparos de sub-fusil a catro membros dos C.A.A. (Comandos Autónomos Anticapitalistas) na emboscada e fusilamentos de Baía de Pasaía o 22 de marzo de 1984. A versión oficial falou de "tiroteo" entre "terroristas" e Forzas de Seguridade. Así é a calidade da nosa democracia.

Dende o 11 de setembro do 2001 a loita contra o "terrorismo" encóntrase no epicentro das políticas de represión e criminalización da resistencia en xeral, sexa pacífica ou non. É obvio, pois, que as leis e políticas " anti-terroristas" son aplicadas para defender o Sistema económico, político e social vixente.

Son os poderosos, e os seus voceiros oficiais nos medios de comunicación, os que determinan que é un "acto terrorista" e que non. Para eles, para vós, os bombardeos da OTAN, as políticas económicas que condenan á escravitude a millóns de persoas no mundo ou as brutalidades policiais non son actos de terrorismo, e se o son os actos de resistencia a esta barbarie ou a mera intención de facelo.

Estamos orgullosos da historia de loita e resistencia do movemento libertario-anarquista, e non renegamos nin dos homes de acción, nin da guerrilla. Non os consideramos "terroristas". Recordámoslles como compañeiros que deron o mellor de si mesmos na loita contra o capitalismo e o Estado, na loita pola liberación da clase oprimida á cal pertencemos.

Hoxe en día, o capitalismo volveu mostrar o seu auténtico rostro criminal e anti-popular. Baixo o xugo das políticas económicas neoliberais, moitos están a volver sufrir condicións de vida intolerables. Moitos tamén están a volver descubrir a cortina de fume que esconden os termos "terrorismo" ou "violencia", lanzados dende arriba como arietes contra os movementos de loita que xorden hoxe en día.

Neste sentido, eu e outros compañeiros libertarios-anarquistas, consideramos plenamente válidas as motivacións polas que Loita Revolucionaria pasou á acción. Considerámolos como dignos herdeiros dun amplo movemento de loita, en Europa e fóra dela.

Herdeiros das loitas dos nosos "maquis", os nosos milicianos e os nosos homes de acción, herdeiros na idea de combater por todos os medios ao capitalismo criminal, herdeiros na idea dunha sociedade máis xusta e igualitaria, onde a explotación e a inxustiza sexan abolidas.

No estado español, a figura de Nikos Maziotis é ben coñecida nos medios libertarios-anarquistas dende o ano 1999, polo movemento de solidariedade xerado tras o seu arresto polo falido atentado contra o Ministerio de Industria e Desenvolvemento, movemento no cal eu e outros compañeiros participamos mediante a difusión de comunicados.

Na actualidade, outro movemento de solidariedade similar creouse coa organización Loita Revolucionaria, tras o asasinato de Lambros Foundas e os arrestos. Tiven a sorte de coñecer este ano aos compañeiros Nikos, Pola e Kostas, e dende logo están a anos-luz do estereotipo do "terrorista" sanguinario co que nos bombardean os media. Por isto tamén os consideramos herdeiros na distancia, xa que nós, a clase oprimida os traballadores, os excluídos, non temos patria: as nosas aspiracións, as nosas loitas e sonos de liberdade son os mesmos no Estado español, en Grecia ou na América latina: mesmo é o inimigo neste mundo globalizado, e mesma é a resposta popular, que non se frea ante a súa criminalización e a súa represión.

Así, a solidariedade cos imputados neste proceso é parte integrante da loita internacional contra o Capitalismo e o Estado; un novo capítulo da loita individual e colectiva contra o dominio e a autoridade.

E dende o noso punto de vista non só como libertarios-anarquistas senón tamén como excluídos e explotados, a nosa loita é xusta e necesaria, e só pode ser xulgada polos nosos iguais. Viva a loita revolucionaria!

Non Pasarán!

Madrid - Atenas, setembro 2012

Copiado, traducido e colado por Edu de Contra Info
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