29 feb. 2012

Pussy Riot: Punk em feminino ocupa espaços públicos e igrejas de Moscovo.

Às vezes é necessário dar saida a certas notícias que nos alegram o dia, sucedam os fatos em Rússia ou em Lapónia.

Assim vimos de saber de Pussy Riot, umha banda de intervençom composta apenas por raparigas que atraiu a atençom dos media internacionais depois de interpretar umha cançom anti-Putin diante do Kremlin e de ser arrestadas por isso. Mas, dentro da Rússia, a grande polémica chegou agora quando a banda decidiu tocar a sua música reivindicativa em improvisados concertos em igrejas, agora protegidas por cossacos para evitar este tipo de actos.



As jovens cantoras entraram em 21 de fevereiro, disfarçadas de crentes na catedral de Cristo Redentor. Montaram uma aparelhagem junto do altar e cantaram temas contra Vladimir Putin e a direcçom da Igreja Ortodoxa Russa.

Depois de retirarem os disfarces, as jovens do grupo “Pussy Riot” apresentaram-se com roupas coloridas e começaram a interpretar a cançom "Mãe de Deus, expulsa Putin". Ao mesmo tempo dançaram junto das "Portas do Paraíso", o que é a parte central do altar nos templos ortodoxos.

As jovens aproveitaram a ocasiom para criticar o ensino da religiom ortodoxa nas escolas e os automóveis de luxo dos prelados. A “fé” que o Patriarca Kirill I tem de que Putin vencerá as presidenciais à primeira volta também nom foi esquecida. Sobre isto o grupo cantou “Que vergonha, meu Deus!"

Em 2011, a Rússia entrou em um turbilhom político, com ondas de protestos contra o premiê Vladimir Putin e contestaçom popular das eleiçons parlamentares de 4 de dezembro. Nesse cenário, um grupo de meninas decidiu criar o 'Pussy Riot', umha banda de punk rock com integrantes "anônimas”, cujo objetivo principal é promover shows sempre ilegais, em lugares inusitados e que terminam, invariavelmente, em prisons, multas ou surras.

“O grupo foi formado no outono de 2011, motivado por uma irritaçon com Vladimir Putin e o presidente, Dimitri Medvedev”, conta a porta-voz do grupo, que se identifica apenas como Garadja Matveeva.

As mascaradas do Pussy Riot em show não autorizado na Praça Vermelha, sob -10° C, no fim de janeiro; duas integrantes foram presas e outras duas, multadas (Foto: Divulgação / Pussy Riot)

O mistério é umha das características do grupo de 8 meninas, que dizem praticar “ativismo punk” e terem escolhido o nome Pussy Riot (algo como “tumulto de gatinhas”) por ser “forte e suave ao mesmo tempo”.

Todas só se apresentam mascaradas - com balaclavas coloridas -, usando minissaias ou vestidos curtos. Mas sempre com calças ou leggings por baixo. Afinal, a ideia é chamar atençom pela ideologia e pelos protestos, nom pela sensualidade. A intençom é que elas usem suas “identidades secretas” apenas em ocasions especiais: quando forem presas, multadas ou advertidas pelas autoridades.

E se engana quem pensa que elas se assustam com os problemas legais ou eventuais, maus-tratos e abusos. Elas já foram vítimas da truculência da polícia de Moscou, como no caso do show, em janeiro, na Praça Vermelha.

“A única coisa que ainda nom nos aconteceu foi sermos espancadas. Mas o objetivo é diminuir o medo, para que possamos mudar esse cenário político”, diz Matveeva, que é enfática ao tentar proteger sua privacidade. “Nós somos um grupo anônimo. Nossa vida pessoal nada tem a ver com o ‘Pussy Riot’, diz.

Mas, afinal, contra o quê o grupo de meninas se rebela? “Para nós, a política agressiva da Uniom Soviética é inspiraçom para o governo Pútin. A situaçom da cidadania mudou pouco desde o fim da URSS, ainda temos paternalismo, controle e truculência”, diz a roqueira, que critica ainda a centralizaçom do poder, as reformas na educaçom e saúde e a centralizaçom política.


Quatro apresentaçons da banda (em sentido horário): ma estaçon de metrô Borovitskaya, sobre o teto de um café de classe alta, no centro de Moscou, sobre o display de um carro de luxo e em um andaime dentro de estaçon do metrô (Foto: Divulgação / Pussy Riot)

'Putin se mijou'

Com todo esse contexto politizado e ideológico, a música acaba ficando em segundo plano. O grupo toca um punk rock agressivo, com letras fortes, como ‘Putin Vososal’ (literalmente, Putin se mijou).

Como os concertos som sempre em locais surpresa, públicos e nom-autorizados, a logística é grande. Elas têm seu equipamento, que é montado e desmontado rapidamente. Para se ter umha ideia, elas já tocaram no meio de estaçõns de metrô, no teto de ônibus (que estavam circulando normalmente), em lojas e bares de alto luxo (sem serem convidadas, lógico) e no telhado de uma casa em frente ao local onde presos políticos eram mantidos.

“Mesmo em dias frios, como no caso da Praça Vermelha, quando a temperatura era de -10 graus, somos recebidas com calor pelo público, que aplaude, grava tudo com celulares e pede bis”, orgulha-se a jovem.

Sobre o futuro, o grupo mantém um certo mistério: “temos muitos shows planejados, mas nom vou te dizer onde."

Notícia redactada por Edu recolhida de aqui, de acá e de acolá
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Detido en Pontevedra un rapaz de 16 anos nunha operación contra Anonymous

Unha operación coordinada pola Interpol contra a plataforma de ciberactivistas Anonymous saldouse onte con 25 detencións, catro delas no estado español. Entre os arrestados atópase un pontevedrés de 16 anos que quedou baixo a custodia dos seus pais. Un malagueño e un madrileño non tiveron tanta sorte e ingresaron xa na cadea.
A represalia de Anonymous non se fixo esperar e onte a noite bloquearon a páxina de interpol.
Baixo a denominación "operación Exposure", ademáis das mencionadas detencións practicáronse arrestos en Argentina, Chile e Colombia e bloqueáronse servidores en Bulgaria e a República Checa.
Os distintos medios empresariais vinculan ós detidos coa divulgación de datos personais de membros dos G.E.O., guardaespaldas de Zapatero, policías da casa real, personalidades relacionadas coa "lei Sinde" (entre elas o ministro de cultura), de Rosa Diez, así como ataques de denegación de servizo (por exemplo contra a web do P.P. de Foz) ou por poñerlle colmillos a Rubalcaba e a Rajoi nas súas respectivas fotos oficiais.

Información extraida de distintos medios da prensa comercial.
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Ponte Docu. Xoves 1 de Marzo. Proxecion de: "La Servidumbre Moderna"


Organizado polo Ateneo Libertario Lume Negro
A proxeción será este xoves, 1 de marzo as 21h, no Enigma-Cafe Bar, rúa Real 27, Ponteareas


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28 feb. 2012

Ferido de gravidade nas protestas contra o TAV en Val di Susa (Italia)

Onte á mañá, no desaloxo por parte dos antidisturbios italianos da "Cascina Clarea", emblematico lugar de resistencia contra o TAV no Val di Susa (Turín), o compañeiro anarquista Luca Abbà mancouse gravemente o caer dunha torreta de alta tensión despois de recibir unha descarga electrica. O suceso produciuse cando os escaladores da policía ascenderon na procura do activista e iste tentou alonxarse deles.
Luca atópase agora en estado extremadamente grave, ainda que fora de perigo, no Centro Traumatoloxico Ortopedi de Turín. Ten moitas fracturas e queimaduras eléctricas polo que manteñeno en coma inducido.
Durante todo o día e ata ben entrada a noite rexistráronse múltiples protestas, incluíndo cortes de estrada e de vías ferreas, barricadas de lume, así como enfrontamentos coa policía. Annonymous tamén atacou a policía italiana, deixando fora de servizo varios dos seus sitios web.


Información extraída de:
-"Culmine": aquí e, en italiano, aquí.
-Viva la Anarquía: aquí
-Neste enlace a prensa comercial italiana podedes atopar un video do suceso, aínda que non rexistra o momento da caída (¿por que?): aquí.

Como sen sabelo duas persoas redactábamos o mesmo tempo unha nova sobre este mesmo suceso para publicar neste blog, aquí tedes a outra (moito máis completa, por certo):

URGENTE: Compa italiano grave ao cair dumha torre de alta tensom durante a luita NOM TAV
Val de Susa, Italia. Os protestos contra a linha de trens de alta velocidade (TAV) recrudecem fronte às expropriaçons "manu militari" das terras necessárias para a ampliaçom dum túnel a Chiomonte no Val de Susa., mas aparelhado com este recrudecemento dos protestos, medra também a repressom violenta das forzas repressivas do Estado na sua tarefa de defender os intereses económicos que estám tra-la realizaçom desta obra.

Em sábado 25 de fevereiro, umha manifestaçom de case 70 mil activistas chegadas de toda Itália invade o val. Homes e mulheres, crianças e anciás decididas a defender o seu território, entre elas, as familias e achegadas das mais de vinte pessoas detidas no mês passado, percorrem marchando juntas a distância entre Bussoleno e Susa. 6 kilómetros e méio de pessoas que berram como unha so voz, umha vez mais, a um governo surdo: NOM TAV!

Esta importante e participada convocatória fora consequência da notícia recebeda conforme o martes seguinte (hoje 28 quando escrevo esta notícia) era o dia previsto polas forzas da orde para seguir expropriando os terrenos necessários para a ampliaçom do túnel, começando polo despeje da Baita Clarea, símbolo da resistência NOM TAV no Val Susa, situada no “área de interés estratégico nacional” tal como foi definida toda esta zona polo Comité interministerial pola programaçom económica.
Ontem luns, 27 de fevreiro de 2012, às 8:15 AM produze-se a tragédia. Luca Abbà de 37 anos, um dos activistas históricos do movimento e proprietário dum terreno que lhe querem exprópriar, sube-se numha torre de alta tensom com o intento de ganhar tempo e permitir que chegaram mais activistas até a Clarea. Desde lá arriba comunica-se com umha emissora livre de Torino para umha reportagem ao vivo do despeje, e tem que interrumper a sua conexom quando ve que um polícia está a subir pola mesma torre com a intençom de apressar-lhe. Poida que fosse por umha distraiçom num intento de subir mais lá para nom ser alcançado polo polícia quando Luca toca um cable de alta tensom e é electrocutado caindo desde 10 metros de altura. As presentes virom um forte estalido, produzido de seguro por umha descarrega eléctrica. E umha vez no cham, Luca permaneceu por mais de méia hora sem receber auxílio médico algum e a polícia proibiu as compas achegar-se a él. Segundo testemunhas, durante os primeiros momentos Luca estivo inconsciente e temeu-se o pior, pero logo Luca começou a mover as penras em sinal de vida, e levam-no em helicçoptero até o hospital de Torino.

As primeiras notícias do seu estado de saude indicam que Luca tem fracturas no esternom e costelas, trauma craneano e graves queimaduras, mas o último informe médico do que temos notícia, alenta um pouco: há boas possibilidades de que as lesions internas poidam reabsorber-se e há um 60% de provabilidade de que a sua vida volva a ser como antes, mas ainda nom está fora de perigo.

Entanto isto acontece seguem as operaçons de cercado dos terrenos, pese às petiçons de suspensom das mesmas polo incidente ocorrido, mas nada e é quando explora a raiba e a indignaçom em toda Itália.

Manifestantes ocupam as autopistas que vam cara o Val de Susa e França, as estaçons de trens de diferentes cidades (mesmo em Torino dam-se violentos enfrontamentos contra a polícia) e vários piquetes som organizados ao mesmo tempo ne-las entanto um grupo de técnicos e juristas solidários objetam a legitimidade das expropriaçons considerándo-as abussivas. Também o grupo Anonymous solidariza-se com o protesto NOM TAV e hackea a página web da polícia italiana deixándo-a offline.

Segurimos informando.

Informaçom tirada de Kaosenlared e Vivalaanarquia

Estado assassino!


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$hile – Comunicados ataques a Banco Santander e Banco Estado


Ao respeito da notícia publicada também neste blogue das Jornadas Internacionais em Solidariedade com Freddy, Marcelo e Juan, vimos a dar conta de sendos comunicados de dois ataques com explosivos a dois caixeiros automáticos destes dois bancos ubicados na comuna de Ñuñoa. Podedes aceder a sua leitura (em castelám) nesta ligaçom de hommodolars.org
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27 feb. 2012

Charlas de Pedro García Olivo en Galiza

Xira galega deste polémico anti-pedagogo; prolífico propagandista da condición de "mercenario" que arrastran tódolos mestres,por moi libres e radicais que se pretendan. Teórico xa non da "escola libertaria" senon máis ben do libertario da no-escola, dícese partidario de "unha escola sen mestres, sen profesores, sen educadores. Unha escola sen alumnos...".
A raíz dos polémicos plantexamentos "anti-escolares" publicados no seu libro "El irresponsable", participou frecuentemente en conferencias en universidades de todo o estado español e tamén noutros países. Pese a todo, sempre está disposto a colaborar cos centros sociais na realización de charlas e debates.
Nesta xira galega, prevista entre o 6 e o 11 de marzo, visitará as seguintes localidades :

6 marzo - Compostela, Biblioteca anarquista Ghavilla (rúa Puente la Reina nº 8), as 20h: "El Otro de la Institución: aproximación a las modalidades educativas no-escolares"
7 marzo - Ourense - facultad de Ccs de la educación. Campus As Lagoas de Ourense, ás 19hs na Facultade de Ccs da Educación (facultade de ferro): "Custodio, Predicador, Terapeuta: la infamia del Profesor"
8 marzo - Vigo - Cova dos Ratos, C/ Romil 3, as 21.00h: "Escuelas Reformadas y Escuelas Libertarias para una Sociedad Demofascista"
9 marzo - Ponteareas (pendiente hora e lugar): "Enemigos de la Escuela por amor a la educación. El intertexto anti-pedagógico"
10 marzo - Espazo libertario - Avda. Esteiro 10, bajo - Ferrol - as 20:00: "La Subjetividad Única: propósito de la Escuela globalizada"
11 marzo - C.S.O. Palavea (c/Río Quintas 31, A Coruña) as 18:30: "Cinismo pedagógico occidental. En torno a la "mentira vital"de los educadores"


Web de Pedro García Olivo

Biblioteca anarquista "A Ghavilla"
Unión Libertaria
C.S.O. Palavea
A cova dos ratos

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26 feb. 2012

Palabras de guerra: cartas de Freddy, Marcelo e Juan (Chile)

Os presos chilenos Marcelo Villaroel, Freddy Fuentevilla y Juan Aliste, en folga de fame dende o 17 de febreiro, atópanse na cadea por un atraco con finalidades políticas no que morreu un policía no ano 2007. Reproducimos sendas cartas destes tres subersivos reclusos, en castelán, tal e coma chegaron ó noso mail:

Desde la invisivilizada sección de máxima seguridad, zona de kastigo de la cárcel de alta seguridad. Stgo- Chile.

Manifiesto:
* Estamos en huelga de hambre desde el viernes 17 del presente, no precisamente demandando mejoras en el ámbito intracarcelario, ni exigiendo en el plano jurídico algún kambio a pesar de estar inmerso en uno de los procesos-farsas más irregulares ke a tenido la reforma procesal penal desde ke se implementó en la región metropolitana en julio del 2005.
* Estamos en huelga de hambre komo manifestación concreta y activa de solidaridad kon toda la gente ke lucha en el mundo, día a día, contra la kárcel komo instrumento de represión, control y kastigo. Es un acto de insumisión, es nuestro grito de rabia y de guerra contra esta sociedad karcelaria, dictadura del capital, podrido espectáculo social de los poderosos ke llaman Estado de derecho.
* Es nuestra manera de decir insistentemente ke no hay kárcel, ni kastigo capaz de acabar kon práctikas de Rebeldía y menos de Revolución Social.
* Kada kual pensará a su modo, apoyándonos, solidarizando, como también diciendo: ke se pudran, son delincuentes, no es el método, en fin.. Pero frente a ello digo: A pesar de todos los kastigos y falsedades de la represión y el hostigamiento, akí estoy-estamos, de pie, firmes, dignos y sin miedo viviendo a contra korriente de la normalidad kapitalista, negándonos a ser esclavos, aunke encerrados, dueños de nuestro kaminar.
¡¡ Mientras exista miseria habrá rebelión!!

Marcelo Villarroel S.
Prisionero Libertario.
24 de febrero de 2012.
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Estas letras no son tales, son un grito, aullido que escapa del encierro, del cemento y los barrotes en los que nos confinan. Acusados, perseguidos y condenados a muerte por el estado policial y asesino de este territorio llamado chile; más de 4 años de investigación, hostigamiento y secuestro de nuestros familiares de por medio, por parte de los policías, sometidos a regímenes carcelarios de máxima y alta seguridad, moneda de cambio entre los estados y donde somos una gota más de sangre que identifica y evidencia el adn y la genética de un plan cóndor aun vigente.
El único y real objetivo desde un principio fue aniquilarnos/asesinarnos, hoy aun lo es, pero de forma gradual y dosificada, con 1 juicio farsa y la prisión infinita.
Aquí estamos de pie con la frente y dignidad en alto, consecuentes y alegres de que entre los pueblos pobres del mundo “solidaridad e internacionalismo” serna siempre un arma sin fronteras. Nuestro real y único delito, del cual vale la pena ser culpables, es ser protagonistas de nuestra historia. Nacimos y moriremos culpables, y seguirán naciendo culpables, hasta la victoria.
Freddy Fuentevilla Saa.
Cárcel de Máxima Seguridad
23 de febrero de 2012.
Stgo. De Chile.
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Esta es una pequeña acción con nuestros cuerpos, en la cual reconocemos la solidaridad, apoyo y complicidad con muchas y muchos.
Aquí es decir haciendo, un grito de ira contra el poder de los ricos. Rocío de libertad cubre nuestros rostros al rebelarnos siempre es el tiempo!
La solidaridad es un arma, estamos vivos y dispuestos. 8 días en huelga de hambre y años luchando contra el sistema. Con memoria, conciencia y subversión.
Mientras exista miseria habrá rebelión!!
Juan Aliste Vega.
Prisionero Subversivo.

Máis info neste blog aquí, aquí e aquí.
Blog de solidariedade co seu caso aquí.
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Xornadas sobre a muller no C.S.A. La madriguera (Bierzo)

Reproducimos a continuación as dúas convocatorias chegadas ó noso correo (en castelán):
JORNADAS SOBRE LA MUJER

VIERNES 2 MARZO 18:00Presentacion Colectivo La Mandrágora
video-debate e Inauguracion de Exposicion de fotos que permanecera durante todas las jornadas.
Todo esto en el CSA LA MADRIGUERA C/mexico 2 (detras de correos)

JUEVES 8 MARZO 19:30H en la PLZA LAZURTEGUI: CONCENTRACION dia internacional de la mujer.

SABADO 10 MARZO 11:00h
Taller La Mujer,el yoga y la luna. Realizado por Eva Massana.Aprenderemos alguna postura de yoga(llevate una esterilla para estar mas comoda) la relacion de nuestro ciclo menstrual con la luna y la alternativa mas saludable y ecologica a los tampones.Espacio limitado.
Todo esto en local de la ASOCIACION DE MUJERES PROGRESISTAS BERCIANAS C/Ave Maria 29, 2piso

ACUDE Y DIFUNDE!!!
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25 feb. 2012

Eles falan de crise? Nós de revolución social!

Crise? Quenes son os que están en crise? Porque as grandes fortunas e as xigantescas empresas trasnacionais non paran de medrar, mentres somos os de abaixo os que pagamos o pato. Falan de que as políticas neoliberais provocaron a recesión da economía e agora vendennos que só afondando no neoliberalismo poderemos saír do bache. Dín que a desregulación da economía provocou a crise, pero é desregulando aínda máis a economía como pretenden saír dela. Contannos que os grandes mercados fixeron estoupar a burbulla financieira, pero agora temos que contentar a eses mesmos grandes mercados afundindonos na miseria.
Tomannos por parvos, esta crise non é máis que un invento para acumular en poucas mans o capital privado e, sobre todo, para retrotraer as conquistas sociais ós escuros tempos da revolución industrial. Para arrincar das mans dos traballadores tódalas victorias acadadas con sudor e bágoas nos últimos cen anos. Implementando así un novo estado de control social sen precedentes que lles permita ós poderosos competir coas novas economías emerxentes.
Desenganémonos, non se pode voltar ós felices tempos das hipotecas a mansalva e as alegres tarxetas de créditio, pois daqueles polvos estes lodos. O que agora temos é a consecuencia inevitable do capitalismo, non unha mala xestión do mesmo. Os políticos non son máis que monicreques nas mans dos especuladores e banqueiros, son inversións para as empresas que, coa súa alternancia, garanten o mantemento do status quo. Pedirlles ós políticos que controlen ós banqueiros é como pedirlle á criada que controle o seu amo. Pedirlle ós banqueiros que miren polos cidadáns é como pedirlle ó lobo que mire polos cordeiros.
O capitalismo xamais irá no interés da xente. O capitalismo é un sistema depredador e xerárquico que leva a inxustiza no máis fondo da súa esencia, pois é a desigualdade a que lle dá a súa razón de ser. Reformando ó sistema só conséguese insuflarlle máis vida, perfeccionar o seu sinsentido e prolongar a nosa agonía. Acadar unha depredación máis humana non é o camiño para facer deste un mundo mellor.
Indignarse non é suficiente, o que fai falla é rebelarse. Ocupando prazas e facendo sonar pitos e timbais xamáis conseguiuse derrubar un goberno, canto menos mudar o sistema social enteiro. As “canles establecidas” non son máis que o método instaurado polo poder para non cambiar nada. É preciso interrumpir os fluxos do capital para que unha protesta sexa para o sistema algo máis que unha reafirmación da súa “pluralidade democrática”.
As folgas dun só día non son máis que protestas testimoniais, o folclore no que os pactos entre o poder e os sindicatos transformaron as loitas dos traballadores. Os “pactos da Moncloa”, alá polo ano 77, ó regular os xeitos de protesta, castraron a forza da clase obreira e baleiraron de sentido as propias centrais sindicais, convertidas en apéndices do poder; nunha subclase clase política que cobra daquel a quén dí combatir e que vive de burocratizar as loitas dos traballadores. Os sindicatos son coma unha bicicleta sen rodas, todos pedalean para que nada se mova.
Fai falla autoorganización e asamblearismo. Desbotar ós líderes e ás xerarquías que pretendan decidir por nós, para tomar dunha vez por todas as rendas das nosas propias vidas. Fai falla acción directa para interrumpir o fluxo do capital. Folgas sen máis límites temporais que o de gañar ou perder, como eran antes de que o poder as domesticara, ata que o inimigo ceda á presión do pobo organizado. Fan falla fogueiras e barricadas que, como en Grecia, corten as rúas e abran o camiño da liberdade.
Pola Anarquía!! Pola revolución social!!

Anarquistas contra o capital


Panfleto repartido onte en A Coruña por uns anarquistas autónomos na manifestación de CGT e CUT e, pouco máis tarde, nunha protesta dos "indignados", que nós reproducimos integramente.
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Charla "Situación actual: análise e alternativas" de Feliz Rodrigo Mora [Convocatoria]


Este luns, 27 de febreiro, ás 20h terá lugar a charla "A situación actual: análise e alternativas" por Felix Rodrigo Mora na Biblioteca anarquista Ghavilla de Compostela en rúa Puente la Reina nº 8.

Para máis información:
http://bibliotecanarquista.blogspot.com

Axúdanos a difundilo!! Leer más...

24 feb. 2012

CORTE DAS RÚAS DIANTE DOS CENTROS !!! SolidariEdade estudIantes valencianXs!!!!! venres 24 FEBREIRO Á SAÍDA DOS CENTROS EDUCATIVOS E UNIVERSIDADES.

BASTA XA DE REPRESIÓN!!!
NIN RECORTES, NIN POLICÍA!!!

Despois dos días de loita estudiantil vividos en València ponse de manifesto que a democracia capitalista utilizará toda a súa forza contra a disidencia política e, unha vez máis, coma sempre, vemos aos corpos represivos descargar a súa violencia.

Como as protestas continuaban este mércores con cortes de rúas diante de todos os centros educativos pero en Galicia é a festa do Entroido, posporemos a nosa solidariedade para o venres.

Que nos escoiten, que saiban que non tenhen o monopolio da violencia e que pronto daremos renda solta ao noso odio.

Nosotr@s, mais violentos o pacíficos,non somos os enemigos do pobo, somos o pobo, os enemigos son os políticos, policias e banqueiros.

Breve cronoloxía do acontecido en València:

Un grupo de alumnos do I.E.S. Lluís Vives levan dias concentrandose nas portas do instituto.

- Mércores 15, concentración I.E.S. Lluís Vives. 1 detido
- Xoves 16, concentración I.E.S. Lluís Vives. 6 detid@s
- Venres 17, concentración I.E.S. Lluís Vives, concentración en comisaría de Zapadores. 8 detid@s
- Lunes 20, concentración I.E.S. Lluís Vives. 26 detid@s. Concentración na Facultade de Historia.
- Martes 21, manifestacións por todo o estado.

A rede estatal Estudiantes en Movimiento, o Sindicat d'Estudiants dels Països Catalans (SEPC), e a Federación de Estudiantes Libertari@s solidarizáronse con Valencia e fixeron accións de protesta.

Os sindicatos do poder tamén queren sacar tallada, o Sindicato de estudiantes convoca xornada de “loita” para o 29 de febreiro que seguramente tamén serán convocadas por todas as asociacións estudiantís

O xefe superior da Policía chama "Inimigos" aos mozos manifestantes. Anonymous España bloquea a web da policía e amenaza con desvelar datos privados de policías valencianos.
Médicos de urxencias de hospitaies valencianos quéixanse de que a policía confisca os partes médicos d@s agredid@s.

Os medios de contrainformación ó redor do mundo volcáronse co sucedido en València, así como gran parte da prensa internacional (Le Monde, Le Figaro, DerSandard, Sky News, Euronews,…). Mentres os mass media espanhois difunden mentiras, os periodistas de Canal 9 (a cadea pública valenciana) plántanse ante a manipulación “imposta” sobre a actuación policial , o comité de empresa pide a dimisión da directiva da cadea.

CORTE DAS RÚAS DIANTE DOS CENTROS !!!

SolidariEdade estudIantes valencianXs!!!!!

venres 24 FEBREIRO

Á SAÍDA DOS CENTROS EDUCATIVOS E UNIVERSIDADES.


Curso de democracia para adultos
Escrito de Nega (cantante do grupo hip-hop LCDM e estudiante da universidade de València):

Los estudiantes valencianos ofrecen una clase magistral para indignados

"Salimos del metro y en la misma escalinata de salida llueven porrazos y se suceden las carreras y cargas. El escenario del centro de Valencia a las cinco de la tarde es dantesco: carreras, pisotones, cargas indiscriminadas en cada calle, en cada esquina. La indignación es generalizada entre mayores y transeúntes. ¡Pero que son niños! Gritan algunos padres y profesores. Los "niños" vuelven a cortar la calle, la policía carga de nuevo, así sucesivamente. Cada vez hay más mayores que se suman a la indignación. A las seis comienza la charla en la facultad […], al poco de comenzar mi intervención entra un alumno acalorado y a gritos proclama que están cortando Blasco Ibañez y la policía está cargando. Pregunto a la concurrida audiencia si bajamos. Más de lo mismo en Universidades. Cortes de calle, cargas, pisotones, pero esto ya no son niños. La policía carga de nuevo y nos refugiamos en la facultad de historia. Arden contenedores en Blasco Ibañez. El fuego ilumina la larga noche valenciana, hipnótico, deforme. Se produce una asamblea improvisada en el interior de la facultad. Volvemos a casa a cargar las baterías y a por la cámara. A nuestro regreso a la asamblea ya están ahí, ellos también han regresado. Pretenden hacerse con el mando, ya están con su streaming y moviendo las manitas en lugar de aplaudir. Los gilipollas de siempre, los de tenemos que ser como Gandhi, los de ponte en posición fetal cuando recibas la carga porque tu misión es recibir hostias como panes, los de hay que crear grupos de trabajo y comisiones: los 15Memos. Algunos hartos, les responden que estamos reproduciendo los mismos esquemas del 15M: enredarnos en la burocratización de la lucha hasta el absurdo. Después de una mediocre exposición en torno a la no violencia y cómo recibir hostias de la mejor manera posible, levanto el brazo. Se hace el silencio. Pregunto: ¿Y si queremos ser como en Grecia? Aplausos. Algunos tímidos (cuesta romper el monopolio de las ideas) otros convencidos.

Esta vez no lo vais a conseguir. Tuvisteis vuestro momento de gloria pero ya pasó. Los estudiantes de secundaria de Valencia nos han dado un lección de madurez terrible e inconmensurable; sin batucadas, sin repartir flores, sin eslóganes ingeniosos, sin comisiones de yoga, sin convertir las plazas en mercaditos medievales, sin malabares. Sencillamente cortando calles y bloqueando el centro de Valencia y poniendo su endeble cuerpo frente a la barbarie policial. Su inocencia es pureza en la lucha, detrás de ellos no hay luchas intestinas ni de partidos, ni de sindicatos ni conspiranoicos-trevijano-reptilianos con ganas de hacerse con las riendas, sólo es que pasan frío en las aulas y salen a protestar. Quizá por ello los estudiantes valencianos han ofrecido una clase magistral de política para indignados y despistados. Están escribiendo la historia y han demostrado, en tan solo cuatro días, tener más agallas que todo el 15M junto.
La primavera en Valencia ya ha comenzado".
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23 feb. 2012

Folgas e manifestacións contra a reforma laboral (Galiza)

Segundo un comunicado aparecido onte en "alasbarricadas" (aquí), a CNT de galiza informa da súa adhesión a folga xeral do vindeiro 29 de marzo, convocada nun primeiro momento pola CIG (en consonancia cun chamamento similar para Euskal Herria), á que tamén sumaríase a outra anarcosindical, CGT, e máis a CUT. A folga é unha reacción a infame reforma laboral impulsada polo novo goberno que nós xa comentamos neste outro artigo (aquí).
Noutra orde de cosas, aínda que con similares motivacións, a CGT de Coruña xunto coa CUT convocaron unha manifestación para mañá venres 24, ás 19:30h, na praza de Portugal. O lema central da mesma será "contra a reforma laboral e a dictadura do capital" e o seu manifesto reproducímolo agora tal e como chegou ó noso correo:

Manifesto conxunto da CUT e da CGT da Coruña ante a Reforma Laboral

22.02.12
Coa colaboración dos gobernantes e partidos políticos, lacaios do capital máis cobizoso e coa pasividade cómplice dos sindicatos institucionalizados, a situación da clase obreira non fai máis que empeorar: máis de cinco millóns de traballadoras e traballadores están no paro (240.000 en Galicia), case dous millóns de familias teñen todos os seus membros sen traballo e están condenadas á miseria e á exclusión social, centos de milleiros están perdendo as súas vivendas, trece millóns de traballadores teñen ingresos anuais inferiores aos 12.000 euros, conxelación das pensións, posta en mans privadas e espolio do patrimonio de todos, os gobernos están recortando a educación e a sanidade públicas e prodúcese a agresión salvaxe á natureza, ao medio ambiente e á saúde das persoas.
Como solución, os políticos só teñen unha receita: hai que apertarse o cinto. Pero nese apertarse o cinto nunca pensan no deles ou no dos poderosos; sempre son os máis débiles e desprotexidos os que teñen que facer o esforzo, men-tres que os de sempre seguen gozando dos privilexios acadados co sangue e a suor do resto.
Tamén nos dicían que o cambio de goberno nos ía axudar a saír do pozo, pero xa sabemos que estes que agora están no machito non darán un só paso que non lle veña imposto polo capitalismo máis voraz, que é quen realmente ten o mando. A proba témola na nova Reforma Laboral, unha reforma que permite que os empresarios decidan eles sos canto nos van pagar, que horarios imos ter, que traballos teremos que facer e que lles permite despedirnos libremente.
A cuestión é moito máis profunda; as raíces do problema están nun sistema económico e social podre no que a maioría está dominada por unha minoría, un sistema no que o seu fundamento é a explotación dos máis polos menos, un sistema depredador e cobizoso no que a destrución dos recursos naturais é a base do crecemento eco-nómico, un sistema no que os medios de produción e consumo están en mans dos grupos de privilexiados. Por iso, calquera reforma que non ataque as raíces do problema non será máis que un parche para que este sistema de iniquidade continúe.
Para a CGT e maila CUT, só a transformación radical do sistema e a construción dunha socie-dade xusta e igualitaria é a loita que paga a pena emprender: unha sociedade sen opresores e oprimidos, sen privilexios, con xustiza social, cunha distribución xusta e equitativa do traballo e da riqueza e coa utilización racional dos recursos.
Por isto a CUT e a CGT mobilízanse e fan un chamamento aos traballadores e á sociedade en xeral para que non se deixe arrebatar as conquistas que aínda nos quedan e que manifeste na rúa que xa estamos fartos de tanto ladrón, de tanto vividor e de tanto explotador e que non nos conformamos con recoller as migallas que sobran dos seus banquetes.
A mobilización é imprescindible e soamente se é contundente podemos chegar a deter os plans do capital de roubarnos os dereitos que nos quedan. A necesidade dunha Folga Xeral é evidente, pero non unha Folga Xeral de patacón que finalice antes de comezar, non unha Folga Xeral de pacotilla convocada para saír nos periódicos, non unha Folga Xeral que non sexa máis que un paripé para xustificar unha nova traizón. Por iso, estamos pola convocatoria dunha Folga Xeral que paralice realmente o país e que non se deteña ata acadar os obxectivos marcados. Calquera convocatoria que se faga desde outras bases está abocada, premeditadamente, á derrota e a desmobilización social interesada. Por isto, compañeiras e compañeiros, chamamos á mobilización permanente ata conseguir a derrogación desta nova agresión.

VIVA A LOITA OBREIRA!
POLA DERROGACIÓN DA REFORMA LABORAL!
CONTRA AS AGRESIÓNS DO CAPITAL, MOBILIZACIÓN E FOLGA XERAL!

Nova da mani na páxina da CGT aquí.

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22 feb. 2012

A Polícia, por primeira vez, nom minte!!

Poucas vezes ides ver umhas palavras laudatórias neste blogue anarquista dirigidos cara a polícia, mas o do jefe da polícia valenciá, merece, quanto menos uns acendidos elógios pela sua sinceridade manifesta numha rolda de imprensa.



O Povo Somos o Inimigo !!

Para quem escreve é grato que, por umha vez, quem é um chefe e portavoz oficial dos corpos represivos se deixera de endróminas e andrómenas, de auto-qualificarse de héroes ou de servidores do povo.

A polícia está para o que está, ao igual que os demais corpos armados: salvaguardar a orde estabelecida polo Capital e que muitas seguem validando indo depositar um papelucho numha furna cada certo tempo para escolher quem vai-se beneficiar dos quartos de todas (agora roubam-nos com a mao direita e quatro anos depois com a esquerda e vizeversa), ou quem nos vai fazer a vida mais imposível com novos recurtes laborais cara um "escravismo sostível" ou quem vai seguir arruinando a natureza vendendo os recursos de todas para benefício de moi poucos, rindo-se do povo entanto enchem-se os seus petos de prebendas e agasalhos dos autênticos poderosos (esses moi poucos grandes empresários e banqueiros) e com a conivência de sindicalistas adozenados, de juízes corruptos e jornalistas sem escrúpulos, que criminalizam a pobreza e a rebeliom e salientam o lujo e o boato em papel “couché”.

De nada serve que venham agora a dizer que o tal chefe da polícia Antonio Moreno Piquer, desde a sua posiçom de máximo responsável policial valenciá nunca agochou a sua sintonia e afinidade com o líder do grupo fascista España 2000 e presidente da empresa “Levantina de Seguridad”, José Luis Roberto, como se agora este chefe de polícia responsável da terceira cidade mais importante do estado, fosse um caso ailhado.

Só para rematar este agradecemento pola sua sinceridade manifesta a Antonio Moreno Piquer, dizer que mesmo tivemo-lo que sofrer nestas latitudes durante dez anos (1997-2007) como responsável da Brigada de Seguridade Cidadá de A Corunha, e que foi nomeado para este actual posto em julho de 2008 sendo, o hipócrita Rubalcaba, ministro de interior do “lao esquerdo”, quem agora pretende fazer-nos passar por parvas e fala de que certas actuaçons políciais “nom som toleráveis”, como querendo-nos fazer crêr que durante os mandatos do PSOE nom houvera nunca violência policial ou que as acçons brutais som só duns poucos polícias alterados (como também pretendem seguir enganando-nos os falsimedios). Mas os arquivos dos medios de informaçom alternativos estám cheios de vídeos, aúdios e notícias ao respeito e nom ides enganar mais.

Somos o Inimigo, eles tenhem-no claro, e tu ??, vas seguir dando-lhes flores ??

Asdo: Edu
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Já está disponível o novo Tokata contra as Torturas e os Maus Tratos!!

Com data deste mês de fevereiro de 2012, veu a luz um novo Tokata, na sua maior parte adicado às reflexons e comunicados dos presos em luita e na campanha contra as torturas e os maus tratos nos cárceres que começou e segue em marcha desde outubro passado.

Acá podedes descarrega-lo, para lê-lo ou para imprimi-lo e mesmo envia-lo dentro.
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21 feb. 2012

(Compostela) Vista preliminar contra as detidas da Sala Iago

Ontem, 20 de fevereiro, a primeira hora da manhá acudirom aos julgados de Compostela as doze pessoas encausadas e retidas pola okupaçom da Sala Iago como espaço cultural liberado para a vista prévia junto ao juiz instructor do caso, Jose A. Vázquez Taín, quem apareceu só por uns minutos com um sumário abultado que mesmo mereceu um seu comentário ao respeito de que “nom para de medrar” e pouco mais que veu dizer que as doze enfrontam-se a umha petiçom da fiscalia de carregos por usurpaçom e, “caga-te lorito” por “tenência de material explosivo!!”

Dizer que as doze encausadas remetirom-se ao seu direito a nom declarar até que seja o juízo e em poucos minutos abandonarom os julgados à espera de que este vaia-se celebrar.

Cabe destacar como nota curiosa que o fidel vozeiro da judicaturia e polícia compostelana “El Correo Gallego” publicita hoje no jornal em grandes titulares que “La Yago lleva casi un lustro a la espera de una solución” se bem nom fai mençom algumha à vista celebrada ontem, pero nom deixa de ser curiosa a coincidência de querer valorar a actitude do concelho de preocupar-se por umha sala que estava abandonada e em risco de ruina e que ninguém se preocupara de-la até que foi a okupaçom com portas abertas e centos de pessoas se passarom por ela para participar de numerosas actividades durante o tempo que durou a okupaçom.

Sinalar também que um outro vozeiro da fiscalia e da polícia, La Voz de Galicia, a maus do seu experto na intoxicaçom dos feitos acaecidos em torno à Sala Yago, Xurxo Melchor volve à cárrega com umha notícia tremendista sobre uns supostos "cocteis McGuiver" atopados na Yago e aponta a sua grande perigosidade e as bolas de papel de alumínio usadas como "metralha". Mas, a pouco que buscas pola rede, para querer saber de que fala o Melchor, descobres que a sua perigosidade nom deve ser tanta quando mesmo o método de cómo faze-lo aparece no youtube explicado passo a passo por um moço adolescente e tal vídeo nunca foi removido deste site, por outra parte, tam proclive a censurar:



Todas somos A Sala Iago ¡¡

Notícia redactada por Edu
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Reforma laboral

A nova reforma laboral, que precariza os dereitos dos traballadores ata límites descoñecidos dende o suposto advenimiento da santísima democracia, é xa un feito dende hai máis de 15 días. A preguiza natural que nos caracteriza impediunos facer oportuno repaso de tan sagradas escrituras no seu momento, así que agora emendamos o erro. Lede e chorade pecaminosos cordeiros do señor (do señor Botín, claro):

-Rebáixanse drásticamente as indemnizacións por despedimento, ademáis de ampliarse enormemente as condicións que os fan procedentes. Deste xeito o despedimento “ordinario” pasa de 45 a 33 días por ano traballado durante un máximo de 24 meses, cando antes eran 42. Ousexa que a indemnización máxima por despedimento disminue en casi un 60%.
-No caso dun despedimento “obxectivo”, que é o motivado por un empeoramiento da situación da empresa (nos casos colectivos coñécense como EREs), só teñen que pagarte 20 días de indemnización por ano traballado durante un máximo de 12 mensualidades. Ademáis, amplíanse de tal xeito as causas que o motivan que basta con que a empresa reduza os seus beneficios durante tres trimestres para poder declarar un Expediente de Regulación de Emprego (Ollo! Non que teña perdas, só que reduza os seus ingresos). ¡Ata a simple previsión de perdas é causa de despedimento “obxectivo”!
-Tamén poderán despedirte obxectivamente por acumular baixas por enfermidade.
-O control administrativo por parte da autoridade laboral para declarar unha ERE tamén queda eliminado, o empresario non precisará de autorización previa. Así que agora poderanse aplicar con moitísima maior facilidade os Expedientes de Regulación de Emprego e as exiguas indemnizacións de 20 días por ano traballado serán a tónica habitual.
-Creanse novos tipos de contrato con periodos de proba dun ano durante os que poden despedirte sen causa xustificada nen indemnización algunha. Ademáis poderán encadearse estes contratos sempre que o traballador cambie as súas “funcións” na empresa.
-Prémiase a contratación de parados que cobran o subsidio, polo que aqueles que non o cobran terano máis difícil para acceder a un emprego.
-Facilítase a mobilidade laboral. Tanto a funcional, pois agora poderás facer calquer traballo independentemente da túa “categoría profesional”, como no tocante a xornada laboral, que o empresario poderá distribuir como lle veña en gana sempre que respete os períodos mínimos de descanso. Evidentemente isto favorece sobremanera o mobbing laboral, aínda que ¿Para que che van facer mobbing se te poden despedir por unha miseria?
-Agora priman os convenios da empresa sobre os convenios territoriales ou do sector. Polo que a túa empresa pode descolgarse da negociación colectiva do seu ramo para obligarte a aceptar condicións de traballo por debaixo do acordado nos convenios superiores.
-Ábrense as portas ó despedimento do persoal laboral das administración e empresas públicas con problemas presupuestarios.
-Aqueles que estén cobrando o paro terán a obligación de facer “traballos de interese xeral en beneficio da comunidade” se son requeridos para iso.
-Amplíase a duración dos contratos de aprendizaxe de dous a tres anos, para aqueles que teñan entre 16 e 33 anos, aínda que poderán encadearse se cambia a actividade do traballador na empresa. Durante o primeiro ano poderán cobrar un mínimo de 480 euros (pois na teoría só traballarán o 75% da xornada laboral) e a partir do segundo o mínimo será de 544 euros (o 85% da xornada). Na práctica todos imaxinamos o que pode pasar, con xente encadeando contratos de “aprendizaxe” ata os 33 anos, facendo as xornadas completas (senon máis) e cobrando por debaixo do salario mínimo.
-As ETTs son agora “axencias de colocación” privadas. Usurpando descaradamente as competencias que ata o de agora só tiña a administración, e coa única obligación pola sua parte de presentar una “declaración responsable” que indique que cumpren coa lexislación que regula a política de emprego.
-Os traballadores a tempo parcial, que antes non podían facer horas extraordinarias, agora si que poden. O que evidentemente abre a porta a os traballos de tempo completo con salario parcial.
-Ademáis de todo o dito, nesta reforma laboral ofrécense multitud de axudas, reduccións de impostos e outros variados incentivos económicos ás empresas, pagados co diñeiro público, nuns tempos de recortes sociais sen precedentes para os parados e traballadores.

Os sindicatos non te van salvar, eles son parte imprescindible do problema! Organízate e loita.

E para que vexades que non mentimos:
A reforma laboral no B.O.E. aquí.
O estatuto dos traballadores antes da reforma (para comparar) aquí.


C.R.
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[$hile] Os compas Freddy, Marcelo e Juan em Greve de Fome Líquida

Desde o 17 de fevereiro, os compas Freddy Fuentevilla, Marcelo Villarroel e Juan Aliste, estám em greve de fome líquida, em concordância com o Chamado a dias de Agitaçom Solidária Internacional (do 19 ao 29 deste mês de fevereiro) para exigir a sua imediata liberdade.

Depois de fazer público um seu primeiro Komunicado Urgente conforme assumiam dentro deste marco de chamado internacional fazer esta greve, agora vimos de receber via e-mail este escrito das suas achegadas, que traduzimos e colamos a continuaçom, ao respeito das graves consequências que esta greve está a ter para os tres compas prisioneiros do governo repressor do estado $hileno:

De momento sabemos que os compas forom castigados e ailhados pola medida de luita que estám a levar a cabo, e que se lhes está proibindo o ingresso de auga, com o claro fim de aniquila-los, nom só moralmente, senom que também físicamente, dado que a falha de suficinte liquido por mas de dez dias acarrearia sérios problemas de saude nos tres luitadores.

A actitude desde o poder judicial encarnado nos carcereiros de turno e diversos lacaios é esperável, a submissom dos medios de comunicaçom também, todo o sistema de domínio em claro revanchismo ante quem nom se dobrega, nem se arrepinte, ante quem mantem a mirada alta e o punho firme e combativo. É claro, eles som verdugos ao serviço do sistema, e acá há revolucionários, subversivos, libertários. Prisioneiros da guerra social.

Castigar-lhes para ejemplificar ao resto de combatientes, potenciais ou activos. Aniquila-los. Intentarom-no na regiom dominada polo Estado argentino antes, e intentam-no agora tra-la cordilheira. Ainda assim, nom conseguirám nada mais que reforçar as conviçons de quem sabe que só a luita nos fai livres.

É agora, no afora, onde devemos romper o silêncio reinante que pretende enterrar vivo aos compas, qualquer gesto de solidariedade é benvindo e desejável.

A subversom poderá durmir...pero nom vai desaparecer nunca!

Entanto exista miséria haverá rebeliom!

FREDDY, MARCELO e JUAN, À RUA!
POLA DESTRUIÇOM DE TODOS OS CÁRCERES!

Vídeo da história das suas detençons

Dizer também que as suas famílias estám a ser hostigadas polas forças repressivas $hilenas e que a última acçom destes sicários do poder foi o recem grave sequestro do pai de Freddy Fuentevilla e outros hostigamentos às famílias de Marcelo Villarroel e Juan Aliste Vega.Vídeo da denúnica das familiares

Mais informaçom no seu
blogue

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20 feb. 2012

26 de febreiro - “Vai de roteiros!” pola enseada de San Simón


Verdegaia organizará o vindeiro domingo 26 de febreiro un novo roteiro encadrado no programa de roteiros de Verdegaia Vai de roteiros!, desta volta pola enseada de San Simón.
Sairemos ás 10:00 h. da estación de tren de Arcade, Soutomaior.
O programa Vai de roteiros! abrangue a totalidade da xeografía galega e zonas próximas, perseguindo diferentes fins como servir para divulgar os valores naturais, culturais e etnográficos das zonas visitadas, dar a coñecer e denunciar as desfeitas que se detectan nas zonas polas que transcorra o roteiro, fomentar a participación cidadá en actividades relacionadas coa natureza, ser un elemento de ocio máis ofertado gratuitamente á cidadanía, e fomentar o traballo conxunto entre asociacións, entre outras finalidades.

Así, cada terceira fin de semán do mes, un dos núcleos comarcais de Verdegaia é responsable da organización e realización dun roteiro no que tentamos integrar elementos naturais e culturais, educativos e reivindicativos para coñecer e valorar mellor o noso medio e o noso impacto sobre el.

Desta volta será o núcleo comarcal de Verdegaia-Vigo quen se encargará de organizar o roteiro que sairá da estación de trens de Arcade ás 10:00 h. Pódese empregar o tren -un medio de transporte sostible- para desplazarnos dende Vigo e Pontevedra até Arcade.

O itinerario previsto é o seguinte: estación de trens de Arcade, río Verdugo, Pontesampaio, illa do Castelo, illas Alvedosas, muíño de marea de Paredes, saíñas do Ulló, punta dos Caralletes, campos de Larache e volta á estación de Arcade.

O percorrido é de dificultade baixa e realizarase a pe coa axuda dun guía especializado da asociación que dará explicacións precisas sobre os diferentes aspectos (biolóxicos, etnográficos,...) da enseada ó longo da xornada en diferentes paradas explicativas.

O roteiro durará todo o día coa súa finalización estimada ás 17 h. e cómpre levar comida, calzado e roupa axeitados, e prismáticos se se dispón deles. Ademais, é aberto e gratuito para todas e todos.

A enseada de San Simón está situada nos concellos de Redondela, Soutomaior, Vilaboa, Moaña e Pontevedra e pertence á Rede Europea de Espazos Naturais Rede Natura 2000 dende o ano 2001 cun espazo protexido de 2.252 Ha. Este espazo natural alberga cinco Hábitats de interese comunitario para a Unión Europea:
1) Chairas lamacentas ou areosas que non están cubertas de auga cando hai marea baixa.
2) Vexetación anual pioneira con Salicornia e outras especies de zonas lamacentas ou areosas.
3) Pasteiros de Spartina.
4) Pasteiros salinos atlánticos.
5) Bosques aluviais de amieiros. Un destes cinco hábitats -o composto por Bosques aluviais de amieiros- é, ademais, un Hábitat prioritario para a Unión Europea e constitúe un dos tres bosques de amieiros máis grandes de Galicia.

Ademais, a enseada de San Simón é unha importantísima zona de invernada para un elevado número de aves acuáticas entre as que salientan o lavanco (Anas platyrhynchos) ou o pato asubión (Anas penelope) que contan con máis dun milleiro de aves cada unha invernando ano tras ano neste espazo natural. Ademais, esta zona húmida alberga outras interesantes especies de aves como a garza cincenta (Ardea cinerea), a garzota (Egretta garzetta), o bilurico bailón (Actitis hypoleucos), o bilurico pativerde (Tringa nebularia), diferentes especies de mazaricos, o picapeixe (Alcedo atthis) e un longo etcétera de aves acuáticas que atopan un lugar onde alimentarse e descansar neste espazo natural. Salientan tamén dúas especies de animais de interese comunitario para a Unión Europea que son o sapiño pinto (Discoglossus galganoi) e o lagarto das silvas (Lacerta schreiberi).

A nivel botánico salientan as pradeiras submariñas de ceba (Zostera marina e Z. noltii) que conforman os cebais, superficies cubertas de plantas submariñas que cumpren importantísimas funcións no ecositema como a de servir de agocho de moitos peixes como o famoso cabaliño de mar (Hippocampus sp.) ou a de ser sustento de gran número de parrulos.

A nivel económico, a enseada cumpre unha importante función xa que alberga importantes bancos marisqueiros e de pesca que son aproveitados pol@s numeros@s mariscadores/as e pescadores da zona. E a nivel etnográfico salienta o muíño de marea de Paredes, as saíñas de Ulló ou a Ponte medieval de Pontesampaio.

Entre as desfeitas que padece este valioso espazo natural salientan a contaminación por chumbo xerada pola fábrica de porcelanas Pontesa durante décadas, os entullos e verquidos, a contaminación por augas residuais de diferentes puntos do interior da ría de Vigo, a construcción de infraestruturas como recheos e portos deportivos nalgunhas ocasións totalmente ilegais ou as edificacións ilegais.

Para máis información: Diego R. Vieites (670 784 919), Secretario Xeral e responsable da Área de Biodiversidade e Territorio de Verdegaia.
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Sobre os disturbios do día 12 en Atenas

Reproducimos a continuación un interesantísimo escrito que nós atopamos en "Viva la Anarquía" (aquí) e que eles á súa vez tomárono vía outros blogs de Indymedia Atenas (aquí). Nel, un participante nas multitudinarias protestas do pasado domingo 12 de febreiro en Grecia, que non se considera a si mesmo anarquista en absoluto, fala do acontecido ese día e do papel do bloque negro nos sucesos. Tamén reflexiona sobre os medios de comunicación, a violencia, a crise e o papel dos partidos políticos (incluíndo o PAME). Aquí tedes, en castelán (tal e como o atopamos), o texto en cuestión:

PRIMERA VICTORIA IMPORTANTE DE LOS ANARQUISTAS Y LA LENTE DEFORMANTE DE LOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN

Ayer fue una derrota de la democracia burguesa en muchos aspectos. No vamos a insistir en el hecho de que un gobierno ha nombrado a un banquero primer ministro, no democráticamente elegido por el pueblo. Tampoco que la parte que lo designó primer ministro ya ha perdido su mayoría parlamentaria (principio de mayoría absoluta) y sin embargo abarca todavía.

Pero no puedo cerrar los ojos ante el hecho de que desde el inicio de la protesta nacional, desde el mayo del año pasado, ayer, el pueblo eligió como protectores -en vez a los que paga por hacerlo y cumplen con su papel legalmente (policías), a los anarquistas. También me sorprende cuando hoy veo y leo que lo que queda de la gran reunión de ayer, son las cenizas de los edificios y los bancos.

Tomado de Μόλις Ξύπνησα blog a través de Indymedia..

Permitidme explicarme. Ayer por la tarde, en contraste con todas las concentraciones en los últimos 10 meses (unas docenas) que toda la gente se reunía en la plaza de Sintagma dos horas después de la convocatoria (mientras que la llamada era para las 17.00 y la mayoría llegaba a partir de 18.30, era la primera vez que empezaron a llenar la plaza tan pronto como a las 17.00). En 17.30 no se caía ni pinza en la plaza ni en las calles alrededor y ya habían varios miles de personas acudiendo desde Omonia y Acrópolis (otra señal clara de que el gobierno temía la reacción del pueblo y quería desesperadamente dificultar el acceso de la gente, si bien ya había cerrado las estaciones de metro de Syntagma, Panepistimiou, Evangelismo y, siguiendo órdenes y sin justificación cerraron las estaciones más alejadas (Acrópolis).

A las 17.00 todavía todo se veía hermoso, tranquilo y podríamos decir que la democracia se celebraba en todo su esplendor. Pero, con toda franqueza y sin provocación, las fuerzas de la represión comenzaron a lanzar productos químicos a la gente de manera indiscriminada para causar la disolución antes de que incluso llegaran a la concentración máxima. No es casualidad que los “loros” (periodistas) del canal Sky informaban de que el mundo se iba de la plaza del Sintagma aunque no eran nil as 18.00. El intento de aterrorizar a través de los medios electrónicos y la prensa había empezado hace dos días y era suficientemente que alguien viera las noticias en la televisión los titulares de los diarios. Dos importantes personajes políticos de Grecia hoy en día Glezos y Theodorakis (veteranos y revolucionarios de la democracia) son solamente un ejemplo de los que tuvieron que sufrir por sustancias químicas, pero miles de personas pueden hablar sobre la sensación de asfixia.

Y entonces ocurrió lo inesperado. Un grupo vestido de negro, desde la calle Panepistimiou comenzaron a gritar consignas y dirigirse hacia donde la policía- antidisturbios echaba sin excusa a los manifestantes. La gente se apartó y comenzó a aplaudirles gritando “bravo”, “jodenlos”, “arriba” y cosas por el estilo y a las vez los anarquistas les llamaban “venid con nosotros”. De hecho, cuando todo el mundo aplauda y se pone a tu lado no puedes si no seguir con más fuerza todavía haciendo lo que desde el principio querías hacer. Lo mismo ocurrió después del nuevo ataque químico de la policía antidisturbios mientras la gente aterrorizada se iba por Panepistimiou y personas se caían (el hecho confirman testigos y las ambulancias que atendían a todos que no aguantaron el ataque). Y el auge de esta situación sucedió cuando comenzó el incendio de la cafetería Starbucks en Korai. Una ronda de aplausos y vítores de Klathmonos, Stadiou y Panepistimiou llenaba el espacio. Todos los que no participaron a la destrucción tocaban con ritmo la barandilla de Stadiou, haciendo bastante ruido, y hubo una gente de 50 y 40 años, cabezas de familia que recogían a los mármoles y los entregaban a los anarquistas, mientras ellos se ocupaban del ataque frontal.

Y no sólo eso. Una vez iniciado el ataque contra las fuerzas de la represión a las 17.30, hasta que el eslogan que monopolizaba los labios de miles de manifestantes fue la famosa “Policías, Cerdos, Asesinos” y no otras consignas sobre el memorando o la política económica. La ira de la gente para tratar a los que deberían supuestamente protegerlo, se desbordó. En Monastiraki se escucharon las campanas, todos los caminos de salida de la Acrópolis, Atenas, la plaza Omonia, la Academia y Sintagma estaban llena de personas que se negaban a irse. Si tratabas subir desde Monastiraki a Sintagma por cualquier calle, te encontrabas con fuerzas de MAT (Unidades Antidisturbias) que prohibían avanzar, echando indiscriminadamente gases lacrimógenos y granadas de flash. Periódicamente, la policía atacaba a los ciudadanos y luego comenzaba de nuevo, la guerra de piedras.

Hasta las 23.30 de la noche varios miles de personas aún estaban en la calle. En Amalia al menos 10.000 personas se fueron de la manifestación cuando se vieron obligados de nuevo por otra amplia caída química que ya no podían aguantar. En la plaza todavía había gente. En Monastiraki, la unidad policial Dias Delta rompían las ventanas y golpeaban a la gente. Hay videos que afirman y muestran la forma en que intentaban (de nuevo) atacar a las personas con sus motocicletas.

La aberración increíble de la democracia, sin embargo, no es que las personas recurren ahora a los anarquistas que lo protejan. De hecho, la gran mayoría de la gente no quiere y no participa en la violencia, pero aceptar este tipo de violencia para protegerse, muestra la primera gran victoria de los anarquistas y su actitud. Su principal argumento era que por la vía pacífica no se puede hacer algo y que debemos buscar una colisión frontal. Y el lema “quemar el Parlamento el burdel” no es de los anarquistas. Tras docenas de protestas pacíficas, tras la actitud de la no violencia y aunque la gente sabía y les iban a echar productos químicos y palizas, continúa saliendo a las calles, pero no sentía que podía ganar en un contexto de democracia. Su opinión es indiferente a las maquinaciones de la élite política y económica que no les hace caso. Ningún político se castiga, ningún incidente de violencia policial tampoco es castigado e incluso el cómplice del asesinato de Grigoropoulos (victima de violencia policial) ya está fuera de la cárcel. La demanda presentada por más de 100 personas en junio sobre el uso exagerado de químicos por parte de los policías aún no ha encontrado su camino a un juicio y nadie asume la responsabilidad de los ataques y daños contra los ciudadanos inocentes que protestaban pacíficamente. La gente ya no tiene fe en las instituciones democráticas, porque sienten que son una burla. Pide elecciones y un gobierno de amplio consenso, pide que no voten el Memorándum y sin embargo la votación se realiza con una mayoría creciente en el Parlamento que nunca será reelegido y no representa a nadie (excepto tal vez los miembros de la Izquierda y Laos de la extrema derecha).

Y aquí viene la responsabilidad y el sucio papel que desempeñan los Medios de Comunicación desde el comienzo de esta historia de memorandos hace dos años y medio. (Que según los anarquistas, que también se confirma en este caso, sucede todo el tiempo). Toda la noche pasada se centraron en el vandalismo y los incendios. Distraer al mundo de la cuestión principal que es la monstruosa votación inconstitucional (no lo digo yo, son las palabras de 5 profesores universitarios). Ellos asumen el papel de aterrorizar a la gente sobre la “última” oportunidad de rescate que nos queda una vez más. Confunden deliberadamente el valor por defecto, y lo que puede hacer Grecia en el caso de una bancarrota. Conectan la suspensión de pagos a la salida de la zona euro, cosas que incluso el Sr. Varoufakis (y no un economista de izquierda) condena como escenario irreal y falso. Y en la gran manifestación de ayer, pusieron sus cámaras no donde estaban los manifestantes si no frente a los edificios quemados.

Se discutió mucho acerca de los edificios Chiller que se quemaron que cada señora salió a gritar sobre Chiller como si lo conociera de antes. Los mismos canales están acusando a los ciudadanos, llamándoles canallas y tratándoles como verdaderos miembros de una sociedad que “Todos Juntos Gastamos la Plata” (Mazi ta fagame, expresión del Representante del Gobierno Pagkalos.), y ellos saben muy bien que desde el primer momento que a nadie le importa la arquitectura y el urbanismo de la ciudad (como ejemplo los monstruosos edificios en Atenas y el cierre arbitrario de espacios semi-abiertos), e invitan a la gente que digan no al vandalismo de los edificios históricos. Los mismos canales con los periodistas semi-educados descubren los abandonados edificios históricos sólo cuando son habitados por inmigrantes y “una fuente de contaminación,” y todo el resto del tiempo se callan para dejar que hagan su trabajo las real estates. En Atenas y toda Grecia, miles de edificios pertenecientes al gobierno, los bancos y la Iglesia se quedan abandonados aunque muchos de ellos tienen un gran valor arquitectónico. A veces los mismos propietarios los dejan que se destruyan lentamente para poder construir departamentos.

Ciudades enteras, como Patras y otras en la época de la dictadura (junta) y de Karamanlis, demolieron varios edificios neoclásicos y construyeron monstruosos edificios altos. Las propiedades públicas se hacen a través de convocatorias de arquitectos que no llegan a cerrar y otros se hunden con la primera lluvia (como recientemente el Hospital de Pirgos) porque alguien ganó mucha plata vendiendo la tierra o porque no hubo acciones de apoyo adecuadas. Caminos nuevos se parten en mil pedazos y nadie se preocupa. Los edificios de la Olimpiada que cuestan una fortuna siguen siendo despreciados para poder luego venderlos barato entre sus colegas. Una sociedad que ignora por completo el espacio construido, ahora descubrió de repente que los anarquistas “destruyen los edificios históricos”. Y todo esto se dejó caer en el olvido, el hecho de que cientos de miles de personas dijeron NO a la miseria que guardan para ellos, sus bien alimentados gobernantes.

¡Estimados, incluso si la mitad de los anarquistas eran provocadores, este no es el tema. Los mayores alborotadores son los medios de comunicación y su lente deformante. Si hubieran querido centrarse en la sustancia, lo hubieran hecho, publicando inmediatamente las imágenes de los ataques de las fuerzas de represión. El canal SKY hubiera usado su helicóptero y mostrado las hordas de gente que lucha por no empobrecerse solo para satisfacer el deseo de las grandes empresas que serán los únicos ganadores del hundimiento de los salarios.

La distorsión de la realidad, la iluminación solamente de los edificios quemados, los comentarios para-políticos y la humillación del sentido común en la TV, son la norma. Actualmente empresarios sin escrúpulos y los políticos, o viceversa ocupan los medios de comunicación mediante los cuales hacen su trabajillo. El ataque a los salarios de los pobres es para ellos la oportunidad para más beneficios. Y jugarán todas sus cartas para no perderlos. Y los ciudadanos sensibilizados por los edificios históricos se sentarán en el sofá y su ordenador maldiciendo a los anarquistas y a todos los que aún tienen alma y resisten.

La diferencia es que todo los que ven los acontecimientos en la televisión, ya no saben los hechos. Viven en una realidad virtual. Él que no estuvo perseguido por un policía y no fue salvado por un anarquista arrojándole a su perseguidor una piedra, no sabe lo que es un policía. Él que no se ha caído desmayado por los químicos y no ha recibido Malox por el revolucionario de la ropa negra (aunque lo aceptó sin quererlo concientemente), no sabe lo que significa la solidaridad. Los anarquistas construyen redes de solidaridad y de apoyo y se preparan para los días de la quiebra que finalmente pasará cuando decidan las elites que les conviene. Construyen colectivas de auto organización y redes de apoyo. Simplemente vosotros mirarais en la pantalla y agitarais el dedo y cuando os entre hambre, diréis que es la culpa de los anarquistas, izquierdistas, de SYRIZA, los indignados, el burro que vuela, y no todos ellos que les roban hace cuatro décadas.

Queridos, salid a la calle para ver la realidad, apagad los televisores y tiren los diarios. Buscad información alternativa en los medios independientes y publicaciones en Internet y pensad un poco más allá de lo “obvio”. Es cuando tal ve podáis ser capaz de presionar a sus líderes para crear un Ministerio de protección al ciudadano (y Orden Público) y no una pálida imitación de una democracia tambaleante, usándola como sus gobernantes.

Entonces, tal vez tendréis razón culpar a los anarquistas, pero no ahora. 


P.D1: Yo no soy un anarquista ni “anarquista”, nunca he tirado ni una piedra, ni provocaría nunca un incendio. Pero las personas que se ponen frente a mi enemigos- que son los que protegen a todos que quieren que trabaje y me paguen como esclavo y mal informan a la gente que quiero, convirtiéndolos en televisivos tontos aunque no sean racistas, incluso temporalmente, son los más cercanos a mi que cualquier otro Griegazo nacionalista. Y sí, lo siento por los edificios que se perdieron, participaba en conferencias de arquitectura mucho antes que los medios de comunicación descubrieran el nombre de Chiller, pero no sacrifico la vida de nadie, ni la dignidad humana ni siquiera por la Acrópolis. Los edificios se pueden reconstruir en seis meses. Las vidas de millones de personas necesitarán años y años.

P.D.2: PAME, y posteriormente el Partido Comunista, ayer perdieron una gran oportunidad para demostrar su habilidad para liderar la batalla contra el poder capitalista de la plutocracia de cual constantemente se quejan. Si bien dijeron que iban a llegar al Parlamento a cualquier sacrificio, cuando vieron las condiciones y los químicos (aunque el mundo se había ido al lado para que pasaran), la orden “dar marcha atrás COORDENADOS” les hizo dar la vuelta con una agilidad que hasta el ejército griego envidiaría. Los que estaban al frente empezaron a burlarse y otros les convocaban para que salieran también al frente.

P.D.3:? Los que de pronto recordaron de los trabajos perdidos por algunas tiendas quemadas, tal vez se olvidan que cada mes se pierden decenas de miles de puestos de trabajo y el desempleo superó a un millón de gente durante meses ¿Qué hacían todo este tiempo ¿A cuantas manifestaciones participaron? Encendieron velas para los despedidos de la Industria de Acero, del personal del diario Eleftherotypia no remunerado o de ALTER, o solo lo hacen en el parque de Attikon para que no les consideren banales?

http://tvxs.gr/news/user-post/i-proti-megali-niki-ton-anarxikon-kai-o-paramorfotikos-fakos-ton-mme
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Ataque incendiario nunha empresa de Ponferrada

Na madrugada do pasado xoves, a sede que a empresa de frío industrial Friger ten na céntrica avenida de América de Ponferrada sufriu un ataque con cocteles molotov. A empresa atópase en conflicto cos seu traballadores dende agosto, xa que despois de reiterados impagos do salario a compañia presentou un Expediente de Regulación de Emplepo "de extinción" con 51 afectados.
A prensa apunta a que o atentado tería máis relación co mencionado conflicto laboral que con outros ataques de semellantes características ocurridos en Ponferrada nos últimos anos. Estas accións tiveron obxectivos diversos coma o sindicato UGT, a "Agencia Tributaria", a "Junta de Castilla y León" ou a mútua "Asepeyo".

Información extraída de diversos medios da prensa comercial, por exemplo aquí.
Outra noticia neste mesmo blog de sabotaxes en Ponferrada aquí.

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18 feb. 2012

A revisión do sistema de saúde mental declara enfermidade a rebeldía, a timidez, a excentricidade..


"A única diferenza entre alguén declarado enfermo mental e unha persoa mentalmente sana é que a segunda non acudiu ao psiquiatra"

A nova edición do Manual Diagnóstico Estatístico de Trastornos Mentais (DSM), unha biblia na psiquiatría, editada pola Asociación de Psiquiatría Americana, ven de introducir coma enfermidades numerosas conductas que saen do patrón de comportamento "normalizado". A desobediencia ("trastorno oposicional desafiante"),a timidez, a dor pola morte dun ser querido, unha vida amorosa non convencional... son agora actitudes que han de ser psiquiatrizadas, co conseguinte negocio para as compañías farmacéuticas e a represión e estigmatización da individualidade.


As enfermidades mentais etiquetadas non deixaron de medrar. Se a primeira edición do DSM de 1840 de Estados Unidos incluía só unha categoría de trastorno mental, en 1917 a APA xa recoñecía 59. Esa cifra aumentou a 128 en 1959, a 227 en 1980 y chegaronse a catalogar uns 350 trastornos diferentes nas revisións do DSM en 1994 e o 2000.

Máis info aquí

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A patagonia érguese. Graves disturbios en Aysén (Chile)

Reproducimos o seguinte comunicado chegado o noso correo (en castelán tal e coma o recibimos) en referencia as protestas que estanse a desenvolver en Aysén, na patagonia chilena, onde un manifestante perdeu un ollo por disparos dos caravineros neste levantamento social contra o neoliberalismo depredador. Os videos e a foto collémolos do blog "Niebla Cochina", onde podedes atopar máis información do movemento "Tu problerma es mi problema" promotor da protesta.

La patagonia se levanta

Hace unos días y con especial fuerza desde el martes 14 de Febrero se está produciendo un levantamiento en Aysén, patagonia chilena, región de difícil acceso y donde la carestía de la vida supera con creces a otras regiones del País. Si para el resto del país vivir con el sueldo mínimo es insostenible, esta situación se hace cada día más insoportable en la Patagonia y particularmente en Aysén, región fría de fuertes y permanentes lluvias, con difíciles condiciones para la producción agrícola. Grandes empresas de Salmoneras se han instalado en la región y se llevan todo para faenar en otras ciudades, dejando para la región nada más que sueldos miserables y una contaminación que destruye el ecosistema nativo de una de las regiones más hermosas del planeta.

Ante esta problemática que llevan muchos años denunciando, diferentes organizaciones de Aysen se han unido en un movimiento social llamado TU PROBLEMA ES MI PROBLEMA y desde el mismo nombre del movimiento buscan crear conciencia de que la lucha de unos es la lucha de todos. Han tomado conciencia de que las luchas sectoriales sólo han llevado al fracaso en antiguas movilizaciones, asumiendo y superando con eso la vieja táctica de desgaste patronal del "divide y vencerás".

A este levantamiento desde ayer Jueves 16 de Febrero, se le suman diferentes ciudades y comunas de las Patagonia, entre las más importantes, Punta Arenas y Coyhaique y con ello la represión no se ha hecho esperar. Mientras desde las autoridades del gobierno se llenan la boca de que están dispuestos al dialogo, al mismo tiempo refuerzos de carabineros de las fuerzas especiales se dirigían a la región en un avión Hércules de la FACH. ¡Vaya manera de resolver los conflictos! Balas, palos, cárcel y brutalidad policial.

Desde las radios locales y a través de Internet la noche de ayer jueves, llegaban a nuestros oídos de que la gente en Aysén ya no podía respirar tantos gases lacrimógenos, niños, ancianos en sus casas presentaban crisis bronco-pulmonares, a la vez que imágenes aterradoras de gente herida, baleadas no por los típicos balines usados en las manifestaciones, si no que de más grueso calibre y peligrosidad, demostrándonos así una vez más que los gobiernos lejos de solucionar los problemas,lo único que hacen es reprimir y criminalizar cualquier alzamiento social que luche por la dignidad de las personas.

las anarquistas no podemos ni queremos estar al margen de esta situación, ya que vemos en la lucha de los pueblos nuestra lucha, somos conscientes de que no seremos libres hasta que todas seamos igualmente libres, y ante esta impotencia que aqueja nuestras conciencias hacemos un llamado a la solidaridad internacional frente a este levantamiento social del movimiento TU PROBLEMA ES MI PROBLEMA, les invitamos a estar informados acerca de la situación y alerta a los llamados concretos de movilización en las diferentes ciudades o instancias de denuncia.

La prensa del capital censura permanente cualquier acto que perjudique los intereses del capitalismo financiero que ellos defienden.¡Son ellos mismos los que por siglos han saqueado la patagonia! Atentos pues a la verdadera información, esa que no tiene los medios logísticos ni dinero para llegar con la facilidad de pulsar el control remoto del televisor, pero que igualmente se alza por la necesidad del alma de quienes no pueden permanecer inmóviles y tan tranquilos al ver el sufrimiento de otros.

Podrán reprimir al pueblo, vivir en sus bunkers y consultar con un clic cuanto dinero han acumulado en sus especulaciones financieras, pero el amor por nuestra libertad no lo pueden comprar ni con todo el dinero del mundo.

El Sur está en pie de lucha y gracias a su valor, su consecuencia y su puño en alto nos llenan de ganas de seguir resistiendo contra este sistema de miserias. La guerra social recién comienza, quedan pocos días para Marzo, y ya no será sólo la patagonia la que ilumine con el fuego de las barricadas vuestras tristes conciencias, será todo Chile y el mundo que se levante. Aysén: tu problema ya no es sólo tu problema, ¡es nuestra bandera de lucha y la de todo el planeta!

Comunicado desde la prensa anarquista, viernes 17 de Fenbrero 2012. $hile.

(Se Agradece su difusión parcial o total)






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17 feb. 2012

Multas xs solidarixs coa sala Yago

Chegan multas de 300 euros xs 35 identificadxs na segunda manifestación contra o desaloxo da okupada Sala Yago en Compostela. Despois das duras cargas policiais da mañá do desaloxo e da multitudinaria manifestación desa tarde, agora a represión chega por vía de sanción administrativa para xs que na semana seguinte amosaron a súa solidariedade cxs detidxs e a repulsa á actuación da policía e do concello.
As multas ascenden a un total de 10.500 euros ás que haberá que sumarlles as máis que probables sancións xs 12 detidxs no interior da okupa (que por certo declararán o vindeiro luns 20 ás 9:30 da mañá) e quizáis ás dxs identificadxs o día do desaloxo.


Esta info chegoulle ó correo a un dos administradores da páxina.
Novas relacionadas co desaloxo da Sala Yago neste blog: aquí, aquí, aquí e aquí.
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15 feb. 2012

Morren nun incendio nunha prisión de Honduras 272 presos


Parece ser que o lume se declarou tra-lo inicio dun motín, segundo algunhas versións, ou por causa dun curtco-circuito segundo outras. É unha das maiores traxedias da historia...

ABAIXO OS MUROS DAS PRISIÓNS!!
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[Grécia] A extender a revolta

Ante todo há que deixar claro que o que se viviu nas ruas em 12 de fevereiro, é imposível expresa-lo em palavras. A luita nas ruas de Atenas e doutras cidades giegas acadou um nível de revolta, entanto que a raiba do povo estoupou de jeito simultáneo em muitíssimos lugares, fazendo assim o registro de todos e cada um dos innumeráveis actos de insurreçom umha tarefa imposível de realizar. Nom entanto, tentaremos destacar acá o mais importante, como o vivemos desde as barricadas de Atenas e como foi registrado também polas nossas compas desde as trincheiras contrainformativas. Para umha mais detalhada actualizaçom do acontecido, aconselhamos lêr o artículo relativo em “La Rebelión de Las Palabras”

Atenas: Xs fodidxs deputadxs votam “sim, a tudo”, entanto que a metrópolis prende em lume

Pouco depois de medianoite, acabou la comédia burguesa no Parlamento grego. 199 dxs deputadxs votaram “sim, a tudo”, aprovando assim o novo acordo com a Troika e condenando, umha vez mais, ao povo à miséria. A maldita Prensa do régime, propagava as suas calunias contra xs anarquistas e xs insurgentes, entanto que Alexis Tsipras, presidente da Coaligaçom da Esquerda “Radical”, denunciava às “forças paraestatais que queimarom a cidade de Atenas”. Ao mesmo tempo que os lacaios do Poder, incluso os alcaiotes esquerdistas da democracia, denunciavam a luita das ruas, o fume negro de mais de 40 prédios incendiados na metrópolis subia até os ceos mandando umha mensagem de resistência e insubmissom a todo o mundo.

Syntagma: A multitude tinha de tudo

Segundo as estimaçons, arredor de 500.000 pessoas sairom às ruas atenienses na tarde do domingo, 12 de fevereiro. Nom entanto, trata-se dumha multitude abigarrada, entre a qual podia-se encontrar de tudo: patriotas esquerdistas ou ultra-direitistas, um feixe de estalinistas do PAME, grupúsculos trotskistas, muita gente de mediana idade que nom formava parte de nengum bloque em particular, grupos de ultras de equipas de fútebol, vários sindicatos, assembleias populares, muitxs migrantes, moçidades insurgentes e grupos anarquistas de acçom direita dispersos em várias partes da praça. Os madeiros arrojavam-nos gases lacrimógenos a saco, como se fossemos cascudas. A gente permanecia fronte ao Parlamento berrando “Madeiros, porcos, assassinos!”, pero a maioria delxs nom semelhava ter demasiadas ganhas de atacar aos antidisturbios e invadir o burdel da democracia.

As ruas ardentes do centro de Atenas

Depois das 19.00, no cruce da rua Panepistimiou e Voucourestiou, erguera-se umha grande barricada. Todo o cham estava cheio de anacos da batalha que tivera lugar pouco antes, entanto que as tendas nambos lados da rua tinham as suas fachadas destroçadas ou semidestruidas. Muitxs manifestantes iam cara Syntagma e outrxs cara o bairro de Kolonaki entanto que várixs permanecíam detrás da barricada mirando cara os Propileos, uns 200 metros mais abaixo, na mesma rua, onde umhxs 500-600 anarquistas, autónomxs, jovens insurgentes e proletárixs luitavam com ferocidade contra os esquadrons dos antidisturbios que bloqueavam o acesso a Syntagma. As explosions dos molotov reforçados com dinamita e os estoupidos das granadas de choque escuitavam-se por todos lados. As ruaes estavam repletas de anacos de mármore e branqueadas pelos lacrimógenos. Pouco a pouco, a info circulava de boca em boca: registram-se extensos enfrontamentos, incéndios e saqueios em todas as ruaes do centro, desde Syntagma até Omonia, e desde a rua Solonos até Monastiraki. Com tudo, ter umha imagem completa do motim a essas alturas era algo imposível.

A okupada Faculdade de Direito e a joventude salvagem metropolitana

“Chamamento urgente: Necessita-se mais gente para manter a rua Akadimias livre de polícia e garantir a volta segura dxs que estám luitando nos Propileos”. Esta foi umha das mensagens que se transmitia a través dos megáfonos da okupada Faculdade de Direito na tarde do domingo. Os antidisturbios atacavam continuamente axs insurrectxs que permaneciam na ruae Akadimias e depois de méia hora conseguirom fazer-lhes retroceder até as aforas da okupada faculdade. Por mais de 2 horas os porcos tiravam gases lacrimógenos, granadas de choque, balas de goma e pedras em contra nos, que defendiamos com todo méio possível o prédio okupado. Umhxs 200 enrabietadxs, filhxs da joventude salvagem que levanta a sua cabeça encarapuçada desafiando de verdade a autoridade dos madeiros; é a mesma gente que soe condenarse como “minoria violenta” polxs reformistas e váriados tipos de reaçonárixs. Esta “minoria”, que mete lume nas fundaçons da civilizaçom capitalista, mantivo aberto o mais importante centro de luita, durante os momentos mais críticos da jornada, oferecendo refúgio xs manifestantes perseguidxs. Entre a gente que se passava pola rua, houvo várias manifestantes ancians levando máscaras antigás, que incitavam xs jóvens a erguerse e luitar. A pesar da feroz repressom, fijo-se mais que evidente que xs manifestantes negavam-se a deixar as ruaes, entanto que a muitxs de nos foi-nos dada a impressom de que houvo umha aceptaçom rutinária do que se desenvolvia fronte à mirada da gente: alarmas que soavam, propriedades destruidas, tendas saqueadas, choques furiosos, prédios envoltos en lapas… A okupaçom da Faculdade de Direito terminou finalmente na madrugada do luns, 13 de fevereiro, pese ao seu último comunicado que explicava a vontade dxs okupas a continua-la. Nom tanto, a okupada Faculdade de Direito, com todas as suas vantagens e desvantagens, foi durante estes dias (9-13 de fevereiro) um bastiom do levantamento do 12 de fevereiro e parte integral da luita nas ruas.

O dia depois e a necessidade de extender a revolta a nível mundial

A manhá do luns, 13 de fevereiro, e depois de muitas horas de esforço, os bombeiros conseguirom apagar, finalmente, as lapas de liberdade. Em total 77 manifestantes forom arrestadxs em Atenas, e mais de 50 sofrerom lesions polas carregas policiais, e forom hospitalizadxs. A tarde do luns, umhxs 150 solidárixs concentrarom-se nos tribunais de Evelpidon para amosar o seu apoio xs arrestadxs e exiger a sua libertaçom, entanto que xs arrestadxs do primeiro dia da greve geral (em 10 de fevereiro) eram postxs em liberdade baixo fianza. A situaçomn actual em Atenas semelha ter volto a umha normalidade extremadamente frágil, umha vez que o povo alcançou os seus límites de tolerância. O régime capitalista em Grécia, mas também no resto de Europa e arredor do mundo, sabe que as lapas que se levantarom nas ruas gregas em 12 de fevereiro, podem acender a mecha noutras terras também. Temos a obriga de fazer realidade este pesadelo do Poder, porque se nom se extende a revolta mais lá das fronteiras estatais, nom imos obter a vitória.

Em momentos como istos, onde a História volta às maus de quem as escreve com o seu suor e o seu sangue, a solidariedade internacional e recíproca é mais importante que nunca. Solidarizarse com a luita em Grécia, sinifica meter lume nas infraestructuras do Estado e o Capital, que ficam a dois passos da tua casa.

A extender a revolta!

Solidariedad internacional e explossiva entre todxs xs oprimidxs!

Morte aos Estados e ao Capital!


Colado e traduzido de ContraInfo
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